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Na Ilha da CARAS, Adriane Galisteu exibe corpo escultural

A apresentadora, de 43 anos, gosta de cuidar do corpo. Além de ter deixado de fumar há um ano e meio, corre diariamente e tem cuidado com a alimentação.

Laís Rissato
14 de agosto de 2016, 12:00

Intensa, independente, batalhadora e autêntica. Estas são algumas das características que definem Adriane Galisteu, que há cerca de um mês regressou aos ecrãs de televisão no Brasil com o programa de entrevistas Face a Face, no canal Band News, substituindo João Doria. Mantendo o mistério em relação a planos profissionais futuros, a apresentadora, de 43 anos, diz que por enquanto está feliz com o seu canal de ví­deos na web, #GalisteuSemFiltro, e a dedicar-se à família, sobretudo ao filho, Vittorio, de cinco anos, nascido do seu casamento com o empresário Alexandre Iodice, de 45 anos, com quem está há sete anos.
– Sempre assumiu gostar de sol e de verão. O Vittorio também conseguiu usufruir da ilha?
Adriane Galisteu –
Ele adorou e continua a falar muito da ilha, está sempre a perguntar-me quando é que vamos voltar. Ficou apaixonado [risos]. Aliás, quem não se apaixona? Quem gostar de praia não vai querer ir embora. Ter lá estado com o Vi teve um gosto diferente, foi muito mais divertido.
– Como se sente ao voltar a apresentar um programa na televisão?
– Fiquei extremamente feliz com esta oportunidade. Adoro fazer entrevistas, adoro o meu trabalho e exerço qualquer função na televisão.
– Foram publicadas notícias de que teria estado em reuniões nos estúdios da Globo...
– Fui a algumas reuniões, mas não para falar com nenhuma pessoa em particular ou sobre um trabalho específico. As pessoas viram-me lá e decidiram começar a falar do assunto. Assustei-me com a repercussão que isso teve, mas, na verdade, tudo o que aconteceu deixou-me feliz, pois vi o quanto o público me quer ver de novo na televisão.
– Sempre foi muito independente e segura. Como é que olha para o momento atual, em que se incentiva o poder feminino?
– Acho ótimo, conquistámos muita coisa, mas não podemos sentar-nos num trono e dizer apenas que conseguimos. As mulheres ainda ganham menos do que os homens, vivemos num país machista e temos que provar mil coisas para conquistar um espaço.
– Considera-se feminista?
– Não sou militante, mas simpatizante. Vou atrás do que quero, o meu estilo de vida é colocar a mão na massa, temos que nos dividir em 50 para conseguirmos ser mães, mulheres, trabalhadoras e pilares de fa­mília... mas não sou da geração que queima sutiãs.
– Ultimamente fa­la-se muito do assédio sexual sofrido por mulheres. Já passou por isso?
– Nunca ninguém me propôs fazer um teste do sofá. Claro que já devo ter sido assediada psicologicamente ou moralmente, mas nada disso me diminuiu. Em criança, sofri bullying na escola e na rua, e também apanhei dos meus pais, mas apesar disso sei que a minha mãe fez o melhor que pôde.
– Já teve algum problema com fãs? Já sofreu perseguições?
– Quando apresentava o É Show, na TV Record, havia um homem que andava atrás de mim, tanto à porta de minha casa como na plateia do programa. Dizia que me amava, que eu lhe devia dinheiro e muitos outros absurdos. Quando fiquei grávida, ele começou a dizer que o filho era dele. Fiquei com medo e fiz uma parti­cipação de ocorrência na polícia. Consegui obter uma medida de proteção e ele, graças a Deus, desapareceu.
– Parece que, a cada ano que passa, fica mais bo­nita. Mudou alguma coisa nos seus cuida­dos de beleza?
– Temos que cuidar de nós. Comer metade, correr o dobro e abrir mão das coisas que nos fazem mal. É difícil mudar um hábito, mas não nos podemos acomodar. Deixei de fumar há um ano e meio, corro todos os dias e gosto de usar os meus cremes diariamente.
– Dizem que os nativos do signo de Carneiro não suportam fracassos. Como lida com os seus?
– Não os suporto, mas tenho de lidar com eles. Nunca vai ser fácil, mas aprendi a dar mais importância ao que realmente interessa, como a educação do meu filho, a minha família e o meu trabalho. Já não gasto energia com bobagens.

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