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Marta Cruz e Raquel Rocheta felizes com o regresso de Carlos Cruz a casa

A filha e a ex-mulher de Carlos Cruz estiveram juntas num evento da Häagen-Dazs na Marina de Vilamoura e contaram como viveram os primeiros dias depois de o ex-apresentador ter saído da prisão da Carregueira em liberdade condicional.

CARAS
9 de agosto de 2016, 15:00

Dez dias após a libertação de Carlos Cruz, que completou dois terços da pena de seis anos de prisão a que foi condenado no âmbito do Processo Casa Pia, Marta Cruz, filha do ex-apresentador, e a ex-mulher deste, Raquel Rocheta, estiveram num evento da Häagen-Dazs na Marina de Vilamoura e contaram como estão satisfeitas com este desfecho. “Recebi a notícia com surpresa e uma felici­dade imensa pelo Carlos e pela Mariana. Para já, estamos a reorganizar a vida, as agendas de pai e filha, a adaptarmo-nos a esta nova vida. A Mariana ainda esta a beliscar-se para acreditar, está mais que feliz, está eufórica”, garantiu Raquel, referindo-se à filha nascida do seu casamento com Carlos.
Este ano, em que à semelhança dos outros tem estado a trabalhar no Algarve, será de mais tranquilidade para a relações-públicas, que desta forma já tem com quem deixar Mariana: “Precisei tanto da ajuda do pai durante estes cinco anos de reclusão e nem tinha forma de falar com ele no momento em que precisava de tomar decisões ou de uma voz mais disciplinadora! Neste momento sinto um alívio enorme e a Mariana também. É uma sensação indescritível de paz, de finalização de um ciclo de sofrimento e de recomeço. Refi­ro-me principalmente à Mariana e ao Carlos, que foram as pessoas mais prejudicadas em todo este processo.”
Igualmente feliz estava Marta, nascida do anterior casamento de Carlos Cruz, com Marluce, que recordou o dia 7 de julho, em que foi buscar o pai à prisão da Carregueira: “O reencontro com o meu pai foi ótimo. Era algo que já estávamos à espera há algum tempo, mas foi completamente inesperado. Tão inesperado que tive de arrumar a casa às três pancadas, já que ele veio morar comigo [risos]. Foi a melhor notícia que poderíamos ter recebido.”
Esta mudança na vida de Marta traz, como seria de espe­rar, uma perspetiva de futuro diferente, conforme confidenciou: “Dá, acima de tudo, uma perspetiva familiar diferente. Muda bastante. Agora tenho companhia em casa, tenho uma pessoa para acarinhar, para ser acarinhada. O meu pai vai poder acompanhar as netas... muda tudo.”
Sorridente, a ex-manequim confessou que as suas filhas, Yasmim, de dez anos, e Kyara, de quatro, também estão muito felizes com esta nova fase: “A Yasmim ainda não esteve com o avô, pois está no Brasil, mas a Kyara está a adorar e todos os dias pergunta se o avô agora mora connosco. Todos os dias vai dar-lhe beijinhos de manhã e o meu pai diz que ela lhe faz lembrar muito eu quando era pequena.”
Serena e confiante no desfecho deste processo, Marta garantiu que não há conversas para recuperar com o seu pai, já que sempre lhe conseguiu contar tudo. E que também não há planos para nada a não ser viver o dia-a-dia: “Já deu para relaxar e acreditar que tudo é real. Sempre conversámos todos os dias enquanto o meu pai esteve preso, já que ele me ligava diariamente, mas agora não temos tempo contabilizado para isso! É muito bom. Para já, não há planos, vivo o dia-a-dia e também não tenho nada combinado com o meu pai. Agora só pensamos em dar e receber mimo.”

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