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Emoção e alegria no casamento de Joana Horta e Costa e Bernardo Pinto Coelho

Cerca de 350 amigos e familiares testemunharam a cerimónia, pelo civil

Cláudia Alegria
29 de julho de 2016, 21:28

É impossível ficar indiferente à história de amor de Joana Horta e Costa e Bernardo Pinto Coelho. Os sorrisos de alegria e emoção no rosto dos convidados que testemunharam, no passado dia 17 de junho, o momento em que disseram ‘sim’ um ao outro revela o quão especiais são, sobretudo... se estiverem juntos. Conhecido do grande público pela forma otimista como fala da sua doença, a esclerose lateral amiotrófica, mais conhecida por E.L.A., que lhe foi diagnosticada há sete anos, Bernardo emocionou-se diversas vezes ao lado de Joana, com quem começou a namorar há cerca de dois anos.
“Já nos conhecíamos há mais 20 anos, tínhamos vários amigos em comum, mas nunca tinha olhado para ele duas vezes. Para mim, ele era um tontinho de Cascais [risos]. Quando vi a entrevista dele à Laurinda Alves pensei: ‘Este rapaz tem qualquer coisa que nunca tinha visto.’ Escrevi-lhe, começámos a falar e a sair, a conhecermo-nos melhor. E o Bernardo é, de facto, uma pessoa única. Ele costuma dizer que eu sou o milagre dele, eu acho que somos o milagre um do outro. Não posso dizer que qualquer mulher embarcaria neste caminho, mas ele encanta qualquer pessoa, às vezes só com um simples sorriso”, referiu Joana à CARAS, assegurando que Bernardo consegue sempre puxar pelo lado bom das pessoas que o rodeiam.
“Ele não vê maldade em ninguém e, portanto, consegue que as pessoas sejam melhores ao lado dele. Eu sou muito melhor desde que estou com ele. Passei a relativizar tudo aquilo que me parecia uma dificuldade, quer a nível de trabalho quer a nível pessoal.”
Consultora na área de marketing e estratégia, Joana trabalha na área social há vários anos e assegura estar preparada para os desafios que a esperam. “Neste momento estou no projeto Quinta Essência, uma associação para deficientes adultos, que adoro e que me dá muita estaleca para lidar com certas coisas que, à maior parte das pessoas, podem fazer confusão. Tenho plena consciência de que vou passar por dificuldades, mas o amor ultrapassa isso tudo. E eu quero aproveitar todo o tempo possível que tenho para estar com o Bernardo. Por isso, decidi que queria ser mulher dele”, afirmou Joana, que foi quem tomou a inicia­tiva de pedir Bernardo em casamento. Uma vez que ambos já tinham sido casados, depois de assistirem a missa na igreja paroquial de Cascais, os noivos casaram-se pelo civil no jardim anexo à igreja, antes de seguirem com os convidados para o copo-d’água, no espaço Coconuts, onde Bernardo trabalha como DJ residente três vezes por semana. Quanto à lua-de-mel, Joana revelou: “Queremos mesmo é ficar em nossa casa, no nosso canto.

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