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Bárbara Guimarães assume ter pago 288 mil euros para se divorciar

A apresentadora já começou a ser interrogada pela defesa de Manuel Maria Carrilho.

Vanessa Bento
11 de julho de 2016, 19:17

Na última audiência do processo de violência doméstica e difamação, Bárbara Guimarães confessou em tribunal que pagou 288 mil euros (250 mil que correspondem ao valor da casa onde viviam e 38 mil euros de juros), quantia exigida por Manuel Maria Carrilho, para conseguir o divórcio. "Ele disse que só assinava o acordo de divórcio se eu pagasse esta quantia. Só paguei para me ver livre dele", admitiu a apresentadora. Contudo, o advogado de defesa de Carrilho apresentou seis novas provas, das quais constam as cópias de 30 cheques, oito emitidos por Bárbara Guimarães e 22 pelo ex-ministro, numa tentativa de provar que as coisas não aconteceram bem assim. "Hoje começou-se a desmontar o carrossel de mentiras e de patranhas. Este é o fio da nossa defesa. Ela mente quando diz que comprou as casas sozinha. Foi tudo comprado a meias, isto é a verdade", atirou Manuel Maria Carrilho, à saída do tribunal.
Nesta audiência, Bárbara Guimarães voltou a explicar o impacto que todos os acontecimentos que se seguiram à separação tiveram na sua vida. "Nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2013 não fui contratada para fazer nenhum trabalho, a não ser da SIC. E isso traduziu-se numa perda de cerca de 80 mil euros. E o mesmo aconteceu em 2014", explicou a apresentadora que, um ano antes de se separar, tinha um rendimento anual de 168 mil euros. Com a separação passou a auferir 80 mil.

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