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Mariana Alvim apresenta o seu terceiro filho, Matias

Além de Matias, de quatro meses e meio, Mariana Alvim e o marido, Tiago Soares Ribeiro, são ainda pais de Vasco, de nove anos, e de Diogo, de quatro.

Marta Mesquita
9 de julho de 2016, 12:00

Matias, de quatro meses e meio, é o terceiro filho de Mariana Alvim, de 37 anos. Contudo, o entusiasmo e a intensidade com que fala de cada redescoberta desta fase da maternidade prova que ter um filho é sempre um momento único, que não fica diminuído por nada do que se viveu anteriormente. Por isso, é com muitos olhares ternos, beijos e abraços prolongados que se preenchem agora os dias da locutora de rádio, que diz que ter um terceiro filho foi das melhores decisões da sua vida. No entanto, não esconde o lado mais difícil da maternidade. Conciliar um bebé com dois filhos mais velhos, Vasco, de nove anos, e Diogo, de quatro, e conseguir, no meio de uma logística familiar complexa, arranjar tempo para si e para o marido, Tiago Soares Ribeiro, foram algumas das partilhas da locutora de rádio durante esta entrevista.
– Ainda se aprende muito com um terceiro filho ou já não há muitos segredos por desvendar?
Mariana Alvim – A cada filho que tenho acontece-me uma coisa surpreendente: parece que me esqueço de tudo o que aprendi anteriormente! Há muita coisa que estou a viver como se fosse o meu primeiro filho. Além disso, a medicina está sempre a evoluir e desta vez, mesmo tendo sido cesariana, o meu filho veio logo para cima de mim e ficámos pele com pele. Foi a melhor sensação do mundo. Nos outros isso não aconteceu. Depois, há coisas que continuam a deixar-me receosa, como a possibilidade de se engasgar, por exemplo. Contudo, já consigo deixar o Matias no berço a fazer barulho. Com os outros, mal ouvia um barulhinho ia logo a correr.
– Encara-se tudo com mais descontração...
– Sim, sou mais descontraída. Mas também sinto que me canso com mais facilidade. Já sou mais velha e tenho outros dois filhos que precisam de atenção. Claro que nisto tudo faço equipa com o meu marido, mas, mesmo assim, é muito exigente.
– E a forma de amar é a mesma? Ou a experiência traz outra maneira de viver as emoções?
– Sempre que tenho um filho, sinto que o meu coração cresce mais um bocadinho. E é mesmo assim. Mesmo sendo mãe de terceira viagem, continuo assoberbada por tudo isto e fico horas a adorar o menino. O Matias não é um bebé mimado, é, sim, amado. Ainda no outro dia dobrou o riso e deu-me vontade de chorar! Sou uma pirosa [risos]. O amor e a emoção são os mesmos, mas já consigo aproveitar muito mais. No meu primeiro filho, segui à risca aquela ideia de não lhe dar muito colo para não se habituar. Hoje, reconheço que foi uma estupidez. Ando sempre com o Matias ao colo.
– Os seus filhos mais velhos ressenti­ram-se com o nascimento do Matias?
– Sim, sobretudo o do meio. Faz birras, quer chamar a atenção e fá-lo da maneira errada. Está carente. E tenho a consciência de que neste momento não lhe consigo dar a atenção que ele quer e fico com alguns remorsos.
– E no meio da logística familiar intensa, há tempo para si?
– Nestes primeiros meses sou mãe a tempo inteiro, mas começo a sentir necessidade de olhar mais para mim, de usar uma camisa gira ou um soutien que não seja de amamentação, de recuperar o peso que tinha antes de engravidar... Todas nós precisamos dessas coisas para mantermos o ego em cima. E dou por mim a tentar ser vaidosa. Costumo dizer que tenho saudades minhas. Tal como gostaria de ter mais possibilidades de ir jantar fora com o meu marido... Mas ainda estou muito agarrada a este boneco.
– Já está a recuperar a boa forma. Tem sido difícil perder peso?
– Ainda me falta perder vários quilos, mas engano ao usar roupa larga e preta! É esse o meu truque [risos]. No primeiro mês do Matias agarrei-me ao açúcar de tal maneira que só comia gomas, caramelos e suspiros! Agora tenho feito fisioterapia para mães e filhos, que se destina mesmo ao pós-parto. Também estou a ser acompanhada na Nutribalance e sinto que já tenho muito menos volume.

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