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Paulo Sousa e Cristina Möhler renovam votos de casamento: “É para toda a vida”

Cristina e Paulo vivem atualmente em Florença, Itália, mas foi em Lisboa que renovaram os votos de casamento, um momento que partilharam em exclusivo com a CARAS. Casados desde 2007, não deixaram esmorecer a paixão.

Pedro Amante
25 de junho de 2016, 10:00

Foi há precisamente dez anos, na Gala dos Globos de Ouro de 2006, que Cristina Möhler e Paulo Sousa escolheram a CARAS para assumirem publicamente a sua relação. Foi também nas páginas da CARAS, numa entrevista que decorreu na ilha da Boa Vista, em Cabo Verde, que meses depois contaram pela primeira vez a sua história de amor. Uma história feita de encontros e desencontros – com uma separação de alguns anos pelo meio –, mas pela qual muito lutaram. “Confesso que sempre amei o Paulo, foi sempre a minha grande paixão”, afirmava Cristina nessa entrevista.
Na altura, depois de uma brilhante carreira como jogador de futebol, Paulo dava os seus primeiros passos como treinador. Era um homem discreto e completamente focado no seu trabalho. Cristina era uma das mais mediáticas apresentadoras da televisão portuguesa e figura assídua nas páginas das revistas de sociedade. Casaram-se pelo civil em janeiro de 2007, numa cerimónia íntima e privada, no Estoril, e, quatro meses mais tarde, escolheram Marrocos para celebrar o casamento religioso, apenas na presença de cerca de 20 amigos. Desde então, Paulo tem feito carreira no estrangeiro, sempre em ascensão e com Cristina ao seu lado. Passaram por Inglaterra, Hungria, Israel, Suíça e vivem neste momento em Florença, Itália, onde Paulo treina a equipa da Fiorentina. Estiveram recentemente em Portugal para uma visita curta, mas muito especial. O casal escolheu a Torres Joalheiros, agente exclusivo no nosso país da marca de alta joalharia italiana Serafino Consoli, para trocar as alianças que assinalam a renovação dos votos de casamento. Um momento cheio de simbolismo que, mais uma vez, partilharam com a CARAS. Cristina estava praticamente sem voz e por isso foi Paulo quem expressou o significado deste encontro. Uma conversa onde não deixou de falar de um possível regresso a Portugal, numa altura em que o seu nome tem sido apontado como um dos preferidos para treinar o Futebol Clube do Porto.
– Esta é uma visita curta, mas repleta de simbolismo...
Paulo Sousa – Todos os motivos são especiais quando visitamos Portugal, mas mais ainda quando a visita está relacionada com o nosso amor. Há já vários anos que procurávamos um anel especial, que simbolizasse o dinamismo do nosso amor e da nossa relação. Felizmente, a proposta que o Ricardo Torres nos apresentou atraiu-nos imenso. Era a possibilidade de vermos traduzido num anel tudo aquilo que é a nossa relação, que tem como base um grande amor, um amor que é para toda a vida.
– Foi uma escolha dos dois?
Sim, é um anel que se pode adaptar constantemente àquilo que sentimos um pelo outro e ao voto de eternidade que fizemos quando nos conhecemos.
– O que é que mudou na vossa relação nestes últimos dez anos?
Mudou a nossa experiência de vida. As oportunidades que a vida nos tem dado fizeram com que nos pudéssemos enriquecer continuamente. Sentimos que o nosso amor ultrapassa todas as dificuldades e estamos muito felizes por podermos dar continuidade e aumentar cada vez mais aquilo que sentimos um pelo outro.
Cristina – Estamos na mesma, nada mudou. Apenas estamos um pouco mais velhos. Apesar de me terem “casado” várias vezes, só me casei uma e sei que haveremos de continuar juntos até que a morte nos separe. Este anel simboliza muito na minha vida.
– Onde é que se imaginam daqui a dez anos?
Imagino-me a continuar a acompanhar o meu marido para todo o lado, continuar a fazer o que tenho feito nestes últimos anos por mais dez anos e mais dez e mais dez…
Paulo – Acima de tudo, daqui a dez anos queremos continuar juntos.
– Estão felizes em Itália?
Estamos muito felizes em Itália, sentimo-nos muito bem em Florença, tanto a nível pessoal como profissional. Consegui um objetivo importante que é a presença nas competições europeias e quero dar continuidade a tudo aquilo que tenho feito.
– E não pensam regressar a Portugal?
Voltar a Portugal é sempre uma possibilidade. Sempre que as oportunidades aparecerem, tal como todas as outras, analisaremos e tomaremos a melhor decisão para os dois.
– Mas gostava de treinar um clube em Portugal?
Não é uma questão de gostar, e já tenho dito isto várias vezes, é uma questão de oportunidade. A minha primeira realização é muito mais direcionada para aquilo que posso oferecer aos meus jogadores, ou seja, ver que os jogadores se valorizam e se enriquecem. Sentir o reconhecimento dos meus jogadores é o meu primeiro objetivo. Depois, sabemos que os resultados trazem oportunidades, fazem com que se abram outros mercados. Sempre que isso acontecer, analisarei, como sempre fiz. Acima de tudo, estamos muito gratos por tudo o que a vida nos tem proporcionado. Temos aprendido muito com as culturas, os países, o conhecimento das pessoas. Tudo isso tem enriquecido a nossa vida, as nossas vivências... Olhamos para nós e verificamos que nos amamos cada vez mais, que os nossos valores humanos são cada vez mais fortes e isso dá-nos cada vez mais força para olharmos para os próximos dez anos e termos a certeza de que vamos viver intensamente como temos vivido até aqui.

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