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Bárbara Guimarães desabafa em tribunal: "Espera-se justiça!"

A apresentadora voltou a recordar as alegadas agressões físicas e verbais de que foi alvo quando era casada com Manuel Maria Carrilho.

Vanessa Bento
18 de junho de 2016, 10:47

Na quarta audiência do processo que opõe Bárbara Guimarães a Manuel Maria Carrilho, a apresentadora voltou a relembrar os vários ataques físicos e verbais de que, alegadamente, foi vítima, a vontade que sempre teve de conseguir um acordo de divórcio amigável, a vergonha e o sofrimento que sente e a forma como sempre quis proteger os filhos de tudo o que estava a acontecer. Já Carrilho continua a assumir-se "tranquilo" e à espera de provas.
Esta sexta-feira, Bárbara Guimarães admitiu em tribunal que o ex-marido começou a tornar-se ainda mais violento quando percebeu que a apresentadora já não o amava, mas que sempre recusou qualquer hipótese de separação e de divórcio. "Pedi-lhe o divórcio todas as semanas, durante um ano. E estes pedidos resultaram sempre em insultos e agressões psicológicas e físicas. Gostava mesmo que ele tivesse saído bem disto tudo e que a vida tivesse prosseguido sem problemas. Se ele me dissesse que me dava o divórcio, mas que para isso eu tinha que dizer que ele era a última coca-cola do deserto, eu dizia!", garantiu a apresentadora que, a dada altura, desabafou: "Ele disse que ia acabar com muitas coisas na minha carreira e acabou. Espera-se justiça!".
Durante toda a sessão, Manuel Maria Carrilho variou entre risadas e algumas lágrimas. Na verdade, o antigo ministro emocionou-se ao ver uma entrevista sua, onde recordou os pais, que morreram num acidente de viação. Segundo o que assumiu à comunicação social, Carrilho continua "muito tranquilo e otimista" em relação a este julgamento. "São uma série de patranhas e de mentiras", continua a dizer.
Nesta sessão ficou-se, também, a saber que Bárbara Guimarães - que, alegadamente, era chamada de "burra e analfabeta" pelo ex-marido - e Manuel Maria Carrilho foram submetidos a testes para apurar o seu quociente de inteligência e que ambos obtiveram o mesmo resultado. "Ainda vão ter muitas surpresas com esses relatórios", prometeu o professor universitário, à saída do tribunal.

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