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Marcelo Rebelo de Sousa: Primeiro 10 de Junho como Presidente da República

O chefe de Estado quis marcar a diferença e dividir as comemorações entre Lisboa e Paris.

CARAS
10 de junho de 2016, 13:29

As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas este ano tem dois palcos: Lisboa e Paris. No seu discurso, o Presidente da República explicou que os festejos se dividem entre o “território físico”, a capital portuguesa, e o “território espiritual” de Portugal, ou seja, Paris, considerada capital da emigração.
Pelas 10h00 da manhã houve a habitual parada militar e revista às Forças, a continência e a homenagem aos militares mortos em combate. Seguiu-se o discurso de Marcelo Rebelo de Sousa enquanto Chefe Supremo das Forças Armadas. Tudo na Praça do Comércio, em Lisboa.
Á semelhança do que é habitual sempre que aparece em público, o chefe de Estado português mostrou-se próximo de todos os presentes, fazendo questão de cumprimentar individualmente todos os antigos militares que participaram no final da cerimónia que durou cerca de 1h30 e contou com a presença de outras figuras políticas, como o primeiro-ministro António Costa e o Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.
A segunda parte das comemorações está marcada para as 17h00 (hora portuguesa), em Paris, com Marcelo Rebelo de Sousa a ser recebido pelo seu congénere francês, François Hollande, no Palácio do Eliseu. A cerimónia dirigida às Comunidades Portuguesas terá lugar na Câmara Municipal de Paris, onde deverá haver discursos de Hollande, Anne Hildalgo (presidente da Câmara de Paris) e do presidente português, previsto para as 18h15.
Tudo isto acontecerá pouco antes do arranque do Campeonato Europeu de Futebol, com o pontapé de saída marcado para as 20h00 no Stade de France, estádio que foi alvo de atentados terroristas em novembro de 2015, com mais de uma centena de vítimas. “Não vacilamos, não temos medo, não nos intimidamos com a atuação daqueles que não prezam nem a liberdade, nem a tolerância”, afirmou Rebelo de Sousa, referindo-se ao alerta máximo de atentado na capital francesa.

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