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Cláudia Jacques reage à detenção do marido: “Estou super tranquila”

Apanhada de surpresa com a detenção de Olivier da Silva, a relações-públicas mostra-se serena.

CARAS
10 de junho de 2016, 16:27

Casada há quase oito meses com Olivier da Silva, Cláudia Jacques não escondeu a surpresa de ter visto o marido ser detido e posteriormente sujeito a vigilância eletrónica no domicílio na sequência de um pedido de extradição das autoridades francesas. “Aguardo serenamente o desenrolar da justiça e o apuramento da verdade. Até lá, mantenho-me centrada na minha família e no cumprimento das minhas responsabilidades profissio­nais”, afirmou em comunicado, horas depois de ter estado no evento Águas Luso com Gás, na Mata do Buçaco. Abordada pela imprensa na ocasião, a relações-públicas limitou-se a falar de trabalho e quando lhe perguntámos se estava tranquila, respondeu: “Estou super tranquila! Com uma paisagem destas, como podia não estar? Quem me conhece sabe que sou tranquila por natureza.”
Recorde-se que no passado dia 31 de maio Olivier da Silva foi detido pela Polícia Judiciária na Exponor – onde representava precisamente Cláudia Jacques no evento “Barbie – Tu Podes Ser o que Quiseres” – no seguimento de um pedido de extradição emitido por França. O advogado do consultor, Aníbal Pinto, explicou à CARAS o que sucedeu: “Existe uma queixa na polícia francesa contra Olivier da Silva e como é público que ele vive em Portugal, fez-se o que é normal no princípio de reciprocidade. A polícia portuguesa recebeu indicações para mandar Olivier da Silva para França, para ser ouvido sobre a queixa, e por isso foi emitido o mandato de detenção. Mas ele não está constituído arguido em França, aliás, nem sabia da existência da queixa.”
O caso refere-se a um negócio alegadamente feito pelo marido de Cláudia Jacques enquanto intermediário de um cliente francês que pretendia comprar um apartamento de 70 mil euros em Vila do Conde. “O Olivier tratou de fazer o contrato de promessa com o dono do apartamento, um senhor de Vizela, e pagou 20 mil euros de sinal. O restante seria pago na escritura, como é normal. No dia da escritura, no Porto, os donos do apartamento não quiseram vender. Os senhores francesas não gostaram e possivelmente entenderam que estavam a ser enganados pelo Olivier, por isso intentaram uma ação crime em França. Por cá, o Olivier intentou uma ação civil a exigir o dobro do sinal pago, como está previsto na lei”, esclarece Aníbal Pinto.
Depois de ter passado a noite na PJ, o empresário foi presente ao juiz no Tribunal da Relação do Porto. “Disse que não queria ser extraditado, que queria ir a França pelo seu pé para esclarecer tudo o que se está a passar”, continua o advogado. “Como tal, e porque o tribunal entende que há perigo de fuga, enquanto Olivier não se pronuncia fica sujeito a vigilância eletrónica no domicílio, onde se encontra desde quinta-feira, com a mulher.”
Sobre o estado de espírito do seu cliente, o advogado diz que Olivier “está tranquilo, embora tivesse sido apanhado de surpresa”, e acres­centa: “Ele é empresário há vários anos, faz negócios todos os dias e já se sabe que uns correm bem, outros nem por isso.”

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