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Francisca e Ricardo Pereira na Ilha da CARAS: "Sonhamos com uma família grande"

Ter mais filhos é um desejo de Francisca e Ricardo. E este pode muito ser o ano para concretizar essa vontade. Confissão feita pelo ator na Ilha da CARAS, onde esteve com a mulher e os filhos, Francisca e Vicente.

CARAS
22 de maio de 2016, 12:00

Francisca, de 32 anos, e Ri­cardo Pereira, de 36, estão juntos faz em setembro dez anos. Une-os a cumplicidade, o respeito, o companheirismo e, sobretudo, o amor. Aquele que juraram eterno no dia 18 de julho de 2011, que amadureceu, cresceu e do qual fazem parte Vicente, de quatro anos, e Francisca, de dois, que a família trata carinhosamente por Boo. Educá-los, dar-lhes atenção e desfrutar deles ao máximo é o foco do ator e da mulher neste momento. Alargar a família é também um desejo de Francisca e Ricardo Pereira. Pelo menos mais um filho. Confissão que já tinham feito anteriormente, mas que reiteraram na Ilha de CARAS, no Brasil, onde brincaram com os filhos e revelaram a admiração que sentem um pelo outro nas trocas de olhar. “Sempre sonhámos com esta vida”, contou o ator, que no segundo semestre deste ano regressa a Portugal para gravar o filme Mulheres, uma coprodução Brasil/Portugal, e para estar em cena, ao lado de Irene Ravache, na peça Meu Deus!, no Teatro Tivoli, em Lisboa. “E a família vem toda comigo”, avisa Ricardo, que no Brasil está no ar com a sua 21.ª novela, Liberdade, Liberdade, na qual veste a pele do capitão Tolentino. “Na segunda fase da novela, a minha personagem aumenta de patente e passa a coronel. É um vilão, um presente muito bom que o autor, Mário Teixeira, me ofereceu. Um trabalho intenso, rico historicamente. Além de ser uma personagem cheia de conflitos”, antecipou ele, referindo-se à relação amorosa que o militar terá com André, cujo papel é interpretado pelo ator Caio Blat.
– As suas cenas na novela são intensas. Consegue desligar quando chega a casa?
Ricardo – Tento entrar no carro e ouvir música para relaxar. Mas às vezes a intensidade do trabalho é tão forte que não consigo. Aí, acabo por entrar no mundo do Vicente e da Boo, que me contaminam com a sua inocência, e estou pronto para o dia seguinte.
– Os seus filhos percebem que têm um pai famoso?
– Quando me veem na televisão ou no cinema, apontam e dizem: “Olha o pai!”. Mas ainda não entendem, são muito novos.
– Sendo o Ricardo um pai que participa ativamente da rotina das crianças, como lida com a distância de casa?
– Quanto mais eles crescem, mais me questionam. O Vicente pergunta-me se vou trabalhar. Respondo que sim, mas que já volto. Porém, o meu trabalho não acontece só fora de casa. E eles compreendem, até porque já têm as suas obrigações. Mas obviamente arranjo tempo para poder estar com os meus filhos.
– Trata os dois da mesma forma ou há uma maneira diferente para tratar um rapaz e uma menina?
– Eles é que me tratam de forma diferente. [risos] Ela é mais delicada nas respostas, nos momentos. Ela é que vai cuidar de mim na minha velhice! Ele é mais enérgico, ativo. Acabam por me mostrar comportamentos diferentes. Eu acabo por ter atitudes parecidas, mas inconscientemente trato-o como se ele fosse o protetor da irmã e até lhe exijo alguma atenção extra em relação à irmã, até por ser o mais velho. Costumo dizer-lhe até em tom de brincadeira: “Tu és o rapaz, tens de cuidar da irmã e da mãe.”
– E para quando mais um filho?
– Pode ser já este ano. Deve­mos começar a tentar em breve. Pela Francisca, teríamos mais dois. Sonhamos com uma famí­lia grande!
– Vocês são muito parecidos um com o outro...
Francisca – Há pessoas que acham que somos irmãos. Não deixamos de ser. Somos muito cúmplices.
Ricardo – Vivi muito tempo sozinho, a trabalhar como modelo, e depois como ator. A Francisca também morou bastante tempo fora. Quando decidimos casar, optámos por fazer tudo juntos. Ela não é só minha mulher, parceira de viagem, mãe dos meus filhos. É também minha conselheira profissional. Graças a Deus é muito determinada e ativa. Para mim, a vida é feita para andar de mãos dadas.
Francisca – A nossa história é linda e realmente tropeçámos na vida um do outro. Já nos tínhamos cruzado antes, mais jovens, mas Deus achou que ainda não era o momento certo para partilharmos as nossas vidas.
– Em julho comemoram seis anos de casados e, pelo que vimos, continuam apaixonados.
Ricardo – Queremos ser namorados para sempre, manter a chama acesa sem que nenhum de nós se esqueça do outro.
– E com a rotina, dois filhos e tantos outros afazeres, não é difícil manter a tal chama acesa?
– Obviamente que quando os filhos nascem acabam por nos absorver, mas ser pai e mãe é isso mesmo, é sairmos do nosso centro para ter em casa outras pessoas que nos preenchem e ocupam. Conseguir dentro dessa vida encontrar tempo para o casal é uma questão de organização, vontade e disponibilidade. Nós gostamos de estar um com o outro e aproveitamos ainda melhor o curto tempo que temos para estarmos os dois. E é preciso amarmos muito a pessoa que está ao nosso lado.
– Nem mesmo a falta de ro­tina do Ricardo pôs à prova a vossa relação?
– A Francisca está sempre ao meu lado. Não faria sentido de outra forma. Somos uma família e onde um está, o outro está também. E o mesmo se aplica aos nossos filhos.
Francisca – Embarquei nesta aventura com o Ricardo e vou para onde ele quiser. Estamos juntos e felizes. Apoio incondicional­mente as decisões do meu marido.
– Deixou para segundo pla­no a sua vida profissional. Não receia vir a arrepender-se?
– Não deixei propriamente a minha profissão. Continuo a trabalhar com o meu pai no Palácio do Correio Velho [a prestigiada lei­loeira portuguesa]. Visito, enquanto relações-públicas, feiras, exposições. Depois tornei-me empresária. Tenho alguns projetos em parceria com umas amigas. Tenho é a felicidade de estar envolvida em projetos que não exigem a minha presença física, o que me permite acompanhar o Ricardo.
Ricardo – O que é maravilhoso, porque gosto de ter a minha mulher ao meu lado. Para nós todos é muito simpático que assim seja, pois acabamos por ir vivendo todas as experiências juntos.
Francisca – Não me arre­pendo das minhas escolhas. São todas ponderadas e pensadas.
– É difícil ser-se mulher de um ator?
– Desde o início do nosso namoro que o Ricardo me inseriu na vida dele de uma forma tão natural que me senti bem. Nunca me senti a mais e não tive dificuldade nenhuma em adaptar-me. Não tenho problema nenhum, nem com as cenas dele nas novelas.
Ricardo – A Francisca é uma mulher tranquila e bem resolvida.

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