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Bárbara Guimarães emociona-se em tribunal

A terceira sessão do julgamento que opõe Bárbara Guimarães a Manuel Maria Carrilho, que enfrenta uma acusação de violência doméstica e 23 crimes de difamação, ficou marcada pelas lágrimas da apresentadora.

Vanessa Bento
21 de maio de 2016, 13:11

Esta sexta-feira, Bárbara Guimarães continuou a ler notícias sobre a sua separação, tal como já tinha feito na última audiência, e a analisar uma por uma, explicando tudo o que ainda hoje a fazem sentir. Foram várias as vezes que a apresentadora se emocionou, mas o momento mais delicado aconteceu quando Bárbara leu uma entrevista concedida por Manuel Maria Carrilho no final do ano de 2013, onde a insultava e dizia que a filha de ambos, Carlota, era uma mera "boneca para a mãe". "Isto não se diz de uma mãe. É monstruoso, é ofensivo! Imagine, um dia, a minha filha ler isto?!", disse Bárbara, dirigindo-se à juíza Joana Ferrer, com a voz embargada pela comoção. E ainda fez questão de esclarecer: "Acho que o meu ex-marido nunca mudou uma fralda. Não gostava de o fazer. Também nunca deu banho aos filhos. E fomos sempre os dois a deitar os nossos filhos".
E foi no seguimento de outras notícias que Bárbara Guimarães surpreendeu tudo e todos ao confessar que atualmente ainda recorre à teleassistência para vítimas de violência doméstica. "Ainda hoje sinto muito receio das atitudes violentas que ele possa ter. Porque ele é de ímpetos, não olha a meios para atingir os fins. Tenho-me sentido segura com a teleassistência, a que tenho recorrido de vez em quando, sempre que me sinto ameaçada. E tento estar sempre acompanhada", disse, a chorar.
Já Manuel Maria Carrilho continua a dizer que está tranquilo. "Penso que todos têm visto a fragilidade da acusação de violência doméstica. Penso que virá o tempo em que tudo isto será documentadamente desmentido e desmontado. A justiça é lenta e temos que respeitar isso. Mas estou muito concentrado na vida dos meus filhos. Como sabem, ainda não há dois meses que o meu filho Dinis fugiu de casa da mãe e gostava que não se esquecessem que foi por três motivos: acusando a mãe de o espancar, pelo estado alcoólico da mãe e pela mãe mentir sistematicamente. Seria muito estranho que uma criança que tivesse vivido num ambiente de violência doméstica procurasse o apoio e a estabilidade do pai", afirmou à chegada ao tribunal.

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