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Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho voltam a encontrar-se em tribunal

Depois do pedido de afastamento da juíza Joana Ferrer Andrade apresentado pela defesa de Bárbara Guimarães e pelo Ministério Público ter sido negado, o julgamento do processo de violência doméstica que opõe a apresentadora e Manuel Maria Carrilho foi retomado nesta sexta-feira.

Vanessa Bento
14 de maio de 2016, 00:02

Durante quase quatro horas, Bárbara Guimarães leu, na íntegra, várias notícias que saíram entre outubro e novembro de 2013, depois da apresentadora ter colocado um ponto final no seu casamento por alegadamente ser vítima de maus tratos físicos e psicológicos. "Todas estas notícias me incomodaram! A falsidade, a forma humilhante com que [o meu ex-marido] nos ataca - a mim, à minha família, à minha intimidade. Fiquei assustada com tudo e fiquei mesmo em estado de choque", assumiu Bárbara Guimarães em tribunal. "Fui perdendo as forças", sublinhou.
À chegada, Manuel Maria Maria Carrilho disse estar "de consciência tranquila" e, durante toda a audiência, esboçou vários sorrisos e anuiu várias vezes com a cabeça ao ouvir algumas das acusações que fez à ex-mulher em diferentes entrevistas concedidas na altura da separação. "Assistiram, mais uma vez, a uma série de patranhas da Bárbara Guimarães, não ouviram nenhuma prova de violência doméstica e, portanto, continuo muito tranquilo. Ela leu as minhas declarações, eu gostei muito de a ouvir ler e a seu tempo ouvirão os meus testemunhos que irão comprovar tudo aquilo que disse", assegurou o professor universitário, à saída do tribunal.

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