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Patrícia Pires de Lima acarinhada pela família e amigos no Porto

A consultora de arte foi anfitriã da mOstra’16 Porto Preview, que ocupou o edifício do Tribunal da Pequena Instância Cível com obras de 37 artistas, emergentes e consagrados.

CARAS
8 de maio de 2016, 12:00

Dois anos depois de ter reali­zado a primeira mOstra em Lisboa, Patrícia Pires de Lima organizou no Porto uma antevisão da edição de 2016. “O Porto é uma cidade muito ligada à cultura e faz todo o sentido que aqui estejamos”, afirmou, no dia da inauguração da mOstra Porto Preview, que durante quatro dias ocupou o antigo edifício do Tribunal da Pequena Instância Cível, em Santa Catarina.
Ana Cristina Leite, Miguel Palma, Eduardo Verde Pinho, Wasted Rita, Pedro Calapez, Daniel Malhão, Paulo Arraiano e Fernando Marques de Oliveira foram alguns dos artistas presentes nesta exposição que teve como objetivo promover e divulgar a produção artística em Portugal. “Gosto imenso deste trabalho e espero poder continuar a fazê-lo porque quero ajudar os artistas. Tem sido muito gratificante”, continuou a consultora de arte, que neste regresso ao Porto contou com o carinho dos amigos. “É sempre bom vir cá, toda a família quer voltar para o Porto. E o apoio do meu marido e da minha família é mesmo muito importante.”
Espectador atento, António Pires de Lima percorreu os cinco pisos da exposição e afirmou: “É um orgulho ver a minha mulher tão ativa com este conceito, sei que é um trabalho que a apaixona. E fico muito feliz por este ano ela ter estendido o conceito da mOstra ao Porto, cidade que me diz tanto. Estou sempre ao lado dela, como ela tem estado ao meu.”
Grande apreciador de arte contemporânea, Miguel Pereira Leite considerou que “o dinamismo cultural do Porto está sem limites e esta mOstra é disso um exemplo. A cidade continua a preencher espaços tão interessantes como este onde estamos, e é muito bom ver que a arte e a cultura têm vida própria e fazem parte do ADN do Porto”.
Num local inesperado e numa zona fora do circuito das artes, esta exposição conquistou quem a visitou. Ana Pinho, presidente da Fundação de Serralves, constatou: “Todas as mostras culturais são complementares e é muito importante que os artistas tenham espaço para expor as suas obras. É uma iniciativa muito válida.”

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