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Oceana Basílio: “Sou uma mulher arrojada”

Oceana acabara de chegar de uma temporada de férias nas Filipinas com o então namorado, Pedro Sousa, quando conversou com a CARAS por ocasião desta sessão fotográfica. Dias depois, a relação chegava ao fim e a atriz declarava sentir-se tranquila. Neste dia, falou das férias, da filha, das suas opções de guarda-roupa e de cuidados de beleza.

André Barata
17 de abril de 2016, 16:00

Esta conversa com Oceana Basílio decorreu assim que chegou de umas férias nas Filipinas na companhia do então namorado, o ator Pedro Sousa. Dias depois, a relação chegava ao fim e a atriz garantia à CARAS que se sentia “tranquila”, declarando que cada um seguiu o seu caminho com respeito.
A sessão fotográfica que acompanha a entrevista concretizou-se por ocasião de mais uma colaboração da atriz com a marca italiana G. Sel Milano, da qual é embaixadora. Poucos instantes antes de começar a posar para a lente de Carlos Ramos, falou-nos das férias que tinha acabado de gozar e também da sua ligação à marca de roupa e à moda.
Esta é uma parceria que tem dado frutos.
Oceana Basílio –
Quando me identifico com a marca, que é o que tem acontecido, gosto de dar a cara. É uma marca de que gosto e cujas peças uso no dia-a-dia, portanto, faz todo o sentido esta associação.
– Sensual, arrojada e ultramoderna. É assim que se anuncia a G. Sel. A Oceana também se revê nesta definição?
[risos] Pelo menos o arrojado, sim, sou uma mulher arrojada. Já a parte do sensual depende de como me sinto com a roupa... Acima de tudo, estas são roupas confortáveis e por isso é fácil identificar-me com a marca. Sentirmo-nos bonitos vem, sobretudo, da autoestima de cada um de nós, mas é claro que a roupa pode dar uma ajuda.
Costuma ser muito preocupada com a sua imagem, pensa muito no que usa?
Nada! Sou o mais descontraída possível no meu dia-a-dia. Geralmente escolho ténis, calças de ganga e nem sequer uso maquilhagem quando posso evitar. Só me arranjo para sair ou por algum motivo especial.
– E com a pele, tem muitos cuidados particulares?
Hoje em dia começo a ter muito mais. Tenho o cuidado de beber mais água, assim como de limpar sempre a pele quando acabo de gravar. As maquilhagens em excesso, inevitáveis no nosso trabalho, dão cabo da pele. É mais nesse sentido que tenho cuidado.
– Acabou de chegar de férias. Como correram?
Andei pelas Filipinas, quase um mês e foi ótimo! Foi mesmo es­quecer tudo, viver outra cultura, aproveitar a praia e descansar.
– A sua filha, Francisca, so­freu com esta sua ausência de quase um mês?
Cheguei há seis dias e tenho estado a namorá-la [risos]. Estava a morrer de saudades dela. Acho que lhe custou um bocadinho estar sem mim, mas na idade dela facilmente se distrai com outras coisas. Os pais sentem sempre muito mais as saudades, o coração de mãe está sempre preocupado! Sabia que ela estava bem, portanto, não me senti demasiado apreensiva. E admito que até fiquei um bocadinho triste quando regressei e a vi tão bem [risos].
Foi falando com ela enquanto estava fora?
Só com a Francisca, mesmo. Ia ligando via Facetime. De resto, desliguei mesmo do dia-a-dia. Só precisei mais do telemóvel por causa das paisagens. Era tudo tão lindo que foi irresistível não partilhar nas redes sociais!
– Para terminar: tem projetos na área da representação?
Estou agora a começar uma peça com amigos, mas ainda estamos na fase de trabalho de mesa. Em teatro, estou com a reposição do Allo Allo e como entretanto terminei a série Bem-Vindos a Beirais, um projeto inten­so de dois anos, vou participar em breve numa telenovela nova. Mas ainda não posso revelar pormenores!

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