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Francisco Garcia e Sofia Sousa Guedes na sua primeira viagem pela paternidade

O apresentador da TV Record e a mediadora de seguros passearam com a filha, Teresa, de dez meses, à beira-rio.

Marta Mesquita
17 de abril de 2016, 10:00

Sofia Sousa Guedes, de 28 anos, e Francisco Garcia, de 27, chegam sorridentes e descontraídos, sem sinais de olheiras que denunciem noites mal dormidas. Enquanto a mãe é maquilhada, Teresa, de dez meses, liberta-se do colo e vai para o chão gatinhar. Atentos, os pais deixam-na descobrir à vontade o mundo que a rodeia, sem mostrarem uma preocupação excessiva, tão comum em quem acabou de se estrear na paterni­dade. E, na verdade, o apresentador da TV Record e a mediadora de seguros são mesmo assim: pais descontraídos que querem aproveitar ao máximo esta fase repleta de afetos e descobertas.
O casal e a filha desfrutaram de um passeio de tuk-tuk à beira-rio e partilharam com a CARAS como tem sido esta aventura agora vivida a três.
– A vossa vida mudou muito com o nascimento da Teresa?
Francisco Garcia – A nossa vida não mudou assim tanto... O que mudou foi a nossa maneira de ver a vida. De um dia para o outro ficámos mais responsáveis. Contudo, não deixámos de fazer nada do que já fazíamos. Não mudámos as nossas rotinas enquanto casal. Criámos rotinas para a Teresinha que funcionam para nós também.
Sofia Sousa Guedes – A Teresinha vai connosco para todo o lado.
– Parecem ser pais muitos descontraídos...
Francisco – Sim, somos pais muito descontraídos, até mais do que pensei que seríamos. Estou a pôr em prática aquilo que já tinha idealizado. Ser pai era o sonho da minha vida, não é a consequência de um relacionamento nem uma imposição da sociedade. Era mesmo aquilo que mais queria. Sempre quis ser um pai presente, ativo e que só não dá de mamar. Ser pai também implica ser um companheiro para a mãe, que tem um desgaste que nós, pais, nem sequer imaginamos.
– E a Sofia também se redescobriu no papel de mãe?
Sofia – Sim... Mas não passei a ser só mãe. Não deixei de ser mulher e amiga. As minhas preocupações e prioridades mudaram, claro que sim. Olho para a minha filha e sei que por ela vou até ao fim do mundo. Mal conheci a Teresinha, senti um amor imediato. Sei que não é assim para muitas mulheres, mas para mim foi. Ela é uma bênção.
Francisco – Já para mim foi um processo diferente, até porque ela não esteve dentro de mim. Só depois de ela nascer é que nos começámos a conhecer.
– Pela maneira como falam, parece que a paternidade é uma experiência fácil e tranquila. Mas deve haver momentos difíceis...
Sofia – A Teresinha é mesmo uma bebé muito tranquila, o que torna tudo mais fácil. Ela dorme e come bem, não faz birras, nunca ficou doente...
Francisco – Aprendemos a re­lativizar as coisas. Claro que um bebé dá trabalho e desgasta-nos, mas conseguimos relativizar esses momentos mais difíceis.
Sofia – E aprendemos a descomplicar. Por exemplo, nunca tive pudores em amamentar fora de casa. Antes de a Teresinha nascer, isso teria sido impensável para mim!
– Serem pais mudou também a maneira como olham um para o outro?
Francisco – Sim, completamente. Em primeiro lugar, sermos pais tornou-nos melhores pessoas, até porque passámos a cuidar por inteiro de outra pessoa. Equilíbrio passou a ser uma palavra chave para nós. Há uma entreajuda diá­ria e uma preocupação em ouvir o outro. Também nos tornámos mais tolerantes e sabemos que entre mães e sogras o que prevalece é o que nós achamos que é o melhor para a Teresinha.
Sofia – Somos muito mais companheiros. E ver o Francisco no papel de pai deixa-me ainda mais apaixonada por ele.
Francisco – Mas temos plena noção de que continuamos a ser um casal. Celebramos todos os meses o dia em que começámos a namorar e continuamos a fazê-lo, mesmo com a Teresinha.
– E o casamento faz agora mais sentido?
– Já fazia antes, não só pelos sentimentos mútuos, como pelos nossos ideais e crenças. Acreditamos no casamento. Contudo, queremos fazer tudo a seu tempo.
Sofia – O nascimento da Teresinha não apressou essa vontade.
– Ter mais filhos já está nos planos?
Francisco – É essa a ideia. Queremos ter mais filhos e gosta­ríamos que tivessem alguma proximidade de idades. A Teresinha vai fazer um ano e, a partir daí, vamos começar a falar do assunto. Por mim, tinha uma equipa de futebol, mas tudo tem de ser bem gerido e pensado.

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