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Ordem dos Médicos Veterinários investiga morte da cadela de Maria João Bastos

Amélie morreu no início do mês após uma intervenção no Hospital Veterinário Vasco da Gama, em Lisboa, e a atriz contou todos os pormenores num longo desabafo na sua página de Facebook.

CARAS
15 de abril de 2016, 16:52

Na sequência do caso Amélie, a cadela chiuaua de Maria João Bastos que morreu no início do mês após uma destartarização no Hospital Veterinário Vasco da Gama, em Lisboa, a Ordem dos Médicos Veterinários emitiu um comunicado a afirmar que está a analisar as circunstâncias em que a morte ocorreu. “A classe médico veterinária, como outras profissões, conta com a Ordem dos Médicos Veterinários (OMV), que regula a atividade profissional, e disponibiliza todos os mecanismos legais para que os cidadãos exponham as suas queixas. Estas exposições são julgadas segundo a lei e segundo o código deontológico em vigor, código esse que se rege por um alto nível de exigência em todos os aspetos relacionados com a sua atividade profissional. Para o esclarecimento de qualquer tipo de situação existem procedimentos estabelecidos, aos quais qualquer cidadão pode recorrer.

A Ordem dos Médicos Veterinários não pode pactuar com ‘julgamentos públicos’, seja qual for o médico veterinário ou a situação em causa. Para o esclarecimento de qualquer tipo de situação existem procedimentos estabelecidos, aos quais qualquer cidadão pode recorrer.

A OMV atuará internamente no apuramento da verdade sobre o caso ‘Amelie’, assim como em todos os outros casos que ocorram, retirando daí as devidas consequências, mas não deixará igualmente de atuar na defesa do bom nome dos seus membros.

A OMV cultiva e exige um elevado grau de profissionalismo a todos os seus membros (independentemente das suas áreas de actuação), por entender que esta é a forma de melhor servir a sociedade. No entanto, defenderá qualquer um dos seus membros, na perspetiva de que todos têm direito a serem considerados inocentes até prova em contrário, do mesmo modo que qualquer membro da sociedade tem direito ao contraditório e de apresentar a sua ‘defesa’.

A OMV condena a difamação da classe médico veterinária, e atuará sempre na defesa dos seus membros e no apuramento da verdade, retirando daí as devidas consequências. Cada cidadão é responsável pelas suas próprias afirmações, sendo livre de as fazer desde que não entre no campo da difamação.

A OMV lamenta o falecimento de todos os animais de companhia, nomeadamente em circunstâncias relacionadas com o tratamento de doenças e procedimentos médico-cirúrgicos, sendo a missão dos seus membros dedicados a essa área salvar vidas e prestar os melhores cuidados possíveis a todos os animais de companhia.

A OMV apela a todos os cidadãos que mantenham a confiança que a classe tem granjeado ao longo dos últimos anos, com esforço, dedicação e profissionalismo”, pode ler-se no documento que deixa bem claro que o organismo critica a atitude que Maria João Bastos teve ao denunciar a situação nas redes sociais.
Clique aqui para ler o que a atriz escreveu

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