Nas Bancas

Agir confessa passado relacionado com drogas

O músico, filho de Helena Isabel e Paulo de Carvalho, deu uma entrevista sem tabus a Daniel Oliveira.

Caras
26 de março de 2016, 16:00

Esta tarde, no programa da SIC 'Alta Definição', Agir, de 28 anos, deu a Daniel Oliveira uma entrevista onde falou da separação dos pais, a atriz Helena Isabel e o músico Paulo de Carvalho, e onde confessou um passado relacionado com drogas. Leia aqui algumas das declarações:
"Não me considero diferente mas secalhar para algumas pessoas sou irreverente ou diferente.Comecei a fazer muito tarde tatuagens, só com 20 anos é que fiz a minha primeira (...) A minha mãe já se habituou às tatuagens. Os alargadores é a unica coisa que ela não se consegue habituar. Diz-me que me paga uma operação para tirar isto. (...) Eu esteticamente gosto de ver."
Em relação à tatuagem que tem nos dedos e que diz 'drug free' "tem a ver justamente com uma vida que levei e já não levo." Falou do período dos 12 anos aos 20 como uma fase mais complicada da vida. "Aos 12 anos comecei a fumar e a experimentar coisas. Por minha vontade. Por exemplo, eu experimentei uma cerveja aquilo soube-me mal e até hoje não bebo cerveja nem bebo álcool porque não gosto. Experimentei cigarros aquilo soube-me mal, experimentei outra coisa gostei e continuei a fumar. Eu era super feliz, uma pessoa super divertida. Até que aos 20 anos, depois de um excesso de divertimento, apanhei um susto de saúde (...) Devido às parvoíces que fiz na altura e que não foram poucas. (...) Aquilo [as drogas] deixava-me num estado de estar sempre tudo bem. (...) Era erva e o que calhasse (...) Teve uma fase que eram só leves, e outras que eram leves e pesadas. O importante é saber dar a volta por cima."
Orgulhoso dos pais não quis colar-se à imagens deles. Disse ainda que para Helena Isabel será sempre um miúdo e que só há dois anos sensivelmente é que passou a pagar as suas contas e a ser independente: "É um caminho mais demorado mas depois quando acontece dá o dobro do gozo. (...) Sempre tive um apoio incondicional dos dois. (...)". No que diz respeito à separação dos pais, Agir diz não ter sofrido com isso "muita gente culpava o facto de eu ter sido mais maluco, mais rebelde, à separação dos meus pais, e eu nunca senti essa separação. Embora o meu pai tivesse saído de casa eu continuava a vê-lo todos os dias. Sinto que fui muito feliz, que os meus pais fizeram um grande trabalho."

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras