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Marta Aragão Pinto: “Vivo intensamente as emoções e os momentos de cada dia”

A empresária fala do seu novo desafio profissional, no Restaurante Atlântico, no Estoril, e conta que o apoio do marido e das filhas é fundamental para o seu equilíbrio.

CARAS
25 de março de 2016, 18:02

Aos 39 anos, Marta Aragão Pinto é um nome incontornável da comunicação empresarial. Habituada a equilibrar diversos projetos simultâneos, a empresária tem em mãos um novo desafio, com a comunicação do Restaurante Atlântico, no Estoril. “Assumir a comunicação de um espaço ou marca é dos desafios que mais gosto de abraçar. Principalmente de espaços novos em que estou envolvida desde o momento zero, como é o caso”, explicou, enquanto folheava a agenda, já que a organização é uma característica que a define: “Pelo que a minha família conta, sou assim desde muito pequena. Organizada, metódica, equilibrada... de uma forma quase irritante. Continuo a ser assim. Cada pessoa tem a sua forma de se organizar e eu sei que a minha é muito particular. Mas penso que só assim consigo conciliar tudo. A minha agenda tem que estar definida ao pormenor.”
Esta organização profissional descomplica-se de imediato assim que entra em casa e se reúne ao marido, Filipe Terruta, de 39 anos, e às filhas, Mónica, de 13 anos, Vera, de 12, e Joana, de sete: “Na minha vida pessoal sou completamente ‘deixa andar’, não faço planos. Vivo intensamente as emoções e os momentos de cada dia. Amanhã logo se vê. As minhas filhas são o meu motor, a minha alegria, as melhores companheiras que posso ter! O Filipe é o equilíbrio de que preciso tanto para ser a pessoa organizada mas descomplicada que sou. Juntos fazemos uma equipa imbatível. Ele ajuda-me a enfrentar a vida com um sorriso, a ter consciência de todas as minhas responsabilidades, mas a saber que também posso continuar a divertir-me e a só dar importância àquilo que é realmente importante.”
Divertida, Marta comenta que está a atravessar toda uma nova fase familiar: “Tenho a mais velha na adolescência, a do meio, na pré-adolescência e a mais nova a querer acompa­nhá-las, a achar que tem a idade delas. É de chorar a rir por um lado, e por outro é uma descoberta constante. E eu ainda tenho a minha adolescência muito presente, ainda me sinto uma miúda muitas vezes!”

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