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Fátima Lopes em fim de semana romântico: “Precisamos de ter tempo para namorar”

A apresentadora da TVI é uma das novas embaixadoras da Região do Alentejo, e foi nessa qualidade que passou um fim de semana em Vila Viçosa com o marido, Luís Morais. Na ocasião, Fátima Lopes explicou à CARAS que Luís é um ótimo companheiro de viagem e que frequentemente organizam escapadelas românticas a dois.

CARAS
15 de março de 2016, 10:20

Era o fim de semana do ani­versário da TVI, mas nem isso impediu Fátima Lopes de ir passear até ao Alentejo com o marido, Luís Morais, deixando os filhos, Beatriz, de 16 anos, e Filipe, de sete, com os avós.
– É importante terem tempo em casal?
Fátima Lopes –
É fundamental termos uns bocadinhos só para nós, longe das responsabilidades dos filhos. Quando eles estão presentes, tudo muda. Porque eles são a prioridade. Eu não estaria aqui sentada, estaria a tomar conta do Filipe ou a brincar com ele lá fora. Não tinha disponibilidade para nós os dois. E nós precisamos de tempo para conversar, para namorar, para passear, por isso, de vez em quando fazemos fins de semana a dois.
– O Alentejo é um destino habitual para essas escapadelas românticas?
– Sim, escolhemos muitas vezes o Alentejo, seja para programas a dois, a quatro, ou mesmo quando o Luís vem com amigos eu venho com amigas.
– Têm essa liberdade enquanto casal?
– Claro que sim. Tem de ser! Eu sei que há muitas pessoas que não pensam assim, mas para nós só pode ser assim. Tem de haver o nosso universo, e o meu e o dele. E temos de respeitar isso.
– O Luís é um uma boa companhia para este tipo de passeios?
– Sim! Ele é muito mais divertido do que eu. E eu já sou divertida! Ele é apreciador, sabe reconhecer o bom da vida e faz críticas muito construtivas. Adoro fazer fins de semana com ele. Vivemos sempre experiências muito bonitas. Adoro sair com ele, aprender com ele.
– É fácil deixar as crianças em casa e virem os dois?
– Elas ficam com os meus pais, estão muito habituados. Não pedem para vir, percebem que este é o tempo de os pais namorarem. Neste caso, expliquei-lhes que eu vinha trabalhar e que o pai vinha fazer-me companhia.
– A Beatriz já é uma adoles­cente. Está a ser uma fácil?
– Ela já é quase uma mulher! E sim, tem corrido lindamente, sem percalços, com as dúvidas normais da idade, com as experiências normais da idade.

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