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Ricardo Diniz confessa que já viveu como sem-abrigo

Apesar das dificuldades passadas, o velejador prepara-se para passar cerca de 50 dias no mar a caminho do Brasil, onde planeia entregar cartas aos atletas olímpicos e paraolímpicos nacionais.

CARAS
12 de março de 2016, 18:00

Ricardo Diniz é o primeiro a assumir que não tinha muita coisa a seu favor quando decidiu tornar-se navegador. Mas a perseverança levou-o a conquistar o desconhecido. Hoje prepara uma nova viagem, agora ao Brasil, onde pretende entregar, em agosto, cartas escritas pelos portugueses aos atletas que nos vão representar nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. “Quero que sintam o apoio que merecem. É uma forma de lhes transmitir força e afeto”, confessou o velejador, revelando que, por força das circunstâncias, já por três vezes viveu como sem-abrigo. “Passei fases menos boas. Arrisquei algumas vezes, mas tive que confiar no caminho. Não me arrependo, não faria de forma diferente e continuo a correr certos riscos. Arrisco porque acredito”, admitiu.

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