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Joana Cruz é apaixonada pela rádio, mas tem o teatro na mira

A animadora do ‘Café da Manhã’ – que é agora transmitido em direto na SIC CARAS – reconhece ser importante uma boa relação entre a equipa: “Às vezes surgem conflitos, mas é nessas alturas que nascem as boas ideias”.

Sandra Cáceres Monteiro
6 de março de 2016, 14:30

Aos 37 anos, a animadora do Café da Manhã prepara-se para viver um novo desafio, pois o programa da RFM vai passar a ser transmitido em direto na SIC CARAS já esta semana. “Estamos todos muito expectantes, pois aliar a rádio à televisão é uma coisa que não se faz todos os dias”, reconheceu, numa conversa ao final de dia, com vista para o Marquês de Pombal, na qual pudemos comprovar a boa disposição contagiante de Joana Cruz.
– Fazer um programa de rádio em direto às seis da manhã não deve ser fácil... Acorda sempre assim com tanta energia?
Joana Cruz –
Normalmente acordo sempre bem disposta, mesmo que tenha dormido pouco na véspera e que a vida não me esteja a correr assim tão bem. O nosso trabalho no Café da Manhã também passa, sobretudo, por transmitir uma boa energia aos nossos ouvintes. Mas a boa disposição já me é também um bocado inerente. Estou sempre feliz! [risos]
– Mas deita-se sempre cedo na véspera?
Nem sempre! [risos] Nos últimos anos tenho tentado fazer uma adaptação gradual ao horário. No início deitava-me muito tarde, o que me obrigava depois a fazer uma sesta de duas ou três horas. Agora já me deito mais cedo. Sou sempre a primeira a abandonar os jantares de amigos!
– Como é que se deixou apanhar pelo bichinho da rádio?
Quando fui para o curso de Comunicação Social, na Universidade Católica, já sabia que queria fazer televisão ou rádio. A imprensa escrita não era algo que me aliciasse.
– Mas ainda fez uma tentativa para ser atriz...
Ao mesmo tempo que entrei na Católica também tinha sido admitida no Conservatório, mas optei por ir para a universidade. Depois, ainda fiz alguns workshops de interpretação para televisão com o Cecil Thiré, o Sérgio Pena e o Daniel Herz. De qualquer forma, a representação ainda é aquela gaveta da minha vida que está entreaberta. Gostava muito de experimentar um dia!
– Como é que foi a sua infância?
Passei a infância aqui por Lisboa com os meus pais e a minha irmã. Íamos muitas vezes a Albergaria-a-Velha, pois tínhamos lá família e uma casa de férias.
– E foi uma adolescente bem comportada?
Sim, fui uma adolescente sem grandes avarias nem grandes loucuras.
– Como é que vai a sua relação com o Alberto Índio? Casarem-se e terem filhos faz parte dos vossos planos?
Está tudo ótimo, obrigada, mas não gosto nada de falar dessa parte da minha vida privada. Mas sim, vejo-me a ter filhos um dia... Não pode é ser para já, porque agora está a Mariana Alvim grávida! [risos]

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