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Filhos de Elton John não serão os únicos herdeiros da sua fortuna

O músico e o marido, David Furnish, querem que Zachary e Elijah, saibam valorizar o que têm e que aprendam que é preciso lutar pelos seus próprios sonhos.

CARAS
2 de março de 2016, 14:56

Zachary e Elijah têm apenas cinco e três anos, respetivamente, mas o facto de serem filhos de Elton John poderia significar que têm o futuro garantido e que não têm de se preocupar com dinheiro. Contudo, depois de no passado mês de janeiro ter revelado que tanto ele como o companheiro, David Furnish, têm o cuidado de incutir nos filhos a importância do trabalho – apesar da sua tenra idade é-lhes pedido que ajudem nas tarefas domésticas à sua altura – o músico britânico vem a público dizer que eles não serão os únicos herdeiros da sua fortuna avaliada em 184 milhões de euros.
“Ter filhos mudou tudo na minha vida. Aprendi que as coisas mais simples, como passar um minuto com eles, valem mais que qualquer pintura, fotografia, casa ou êxito musical. Antes de termos filhos, tínhamos as nossas vidas e gastávamos dinheiro porque não tínhamos nada onde nos focar. Parámos com isso porque temos coisas suficientes. Não precisamos de mais nada”, disse Elton John ao jornal Mirror numa entrevista publicada no início desta semana. “Claro que quero deixar os meus filhos numa condição financeira estável. Mas é horrível dar uma colher de prata a uma criança. Isso arruína a vida dela. Os meus filhos têm uma vida incrível, não são crianças normais e não vou fingir que são. Mas claro que temos que manter a maior normalidade possível, mostrar o maior respeito pelo dinheiro e pelo trabalho. (…) Eles têm as suas tarefas em casa: levar os pratos para lavar, ajudar na cozinha, arrumar os quartos e ajudar no jardim. E cada vez que fazem tudo, ganham uma estrela por cada tarefa cumprida. Assim percebem que têm de fazer para receber algo em troca e gostam disso”, acrescentou.
Já o companheiro do músico explicou que o casal se inspirou no multimilionário americano Warren Buffett no que toca à questão da gestão da fortuna. “O terceiro homem mais rico da América é um exemplo muito interessante. Ele deixa aos seus filhos dinheiro suficiente para terem uma casa, um carro e todas as necessidades básicas pagas sem que tenham de preocupar-se. Contudo, isso não significa que tenham dinheiro para esbanjar em Picassos ou jatos privados. Tudo o que vá para além do básico, eles terão de conseguir por eles próprios”, explica David Furnish, deixando claro que este é o modelo que o casal quer seguir e que o restante dinheiro será doado a causas solidárias.

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