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Mariana Alvim espera terceiro rapaz: “Adoro os meus homens”

Na reta final da gravidez, a locutora da RFM está ansiosa para conhecer o seu terceiro filho.

Marta Mesquita
14 de fevereiro de 2016, 12:00

Por ser irmã de dois rapazes, o mundo masculino nunca foi um tabu para Mariana Alvim, muito pelo contrário: o papel de maria-rapaz sempre lhe assentou melhor do que o de menina embrenhada no seu mundo cor-de-rosa. Por isso, é com naturalidade e até com mui­to entusiasmo que a locutora de rádio, de 36 anos, encara a chegada do seu terceiro rapaz, cujo nascimento está previsto para a segunda quinzena de fevereiro. Ao lado do marido, Tiago Soares Ribeiro, e dos filhos, Vasco, de nove anos, e Diogo, de quatro, Mariana tem sabido aproveitar o melhor de ser a única mulher lá de casa, nomeadamente os mimos que “ficam todos só para mim”, como assegura, a brincar.
Numa conversa a que não faltaram as suas habituais sonoras gargalhadas, que espelham na perfeição o momento feliz que atravessa, Mariana revelou à CARAS o seu lado mais emotivo e maternal, partilhando ainda os sonhos que quer realizar como mulher e profissional.
– Nos tempos que se vivem, é preciso coragem para ter um terceiro filho?
Mariana Alvim
– É... O truque é não fazermos contas! Se as fizéssemos não teríamos mais! Sempre quisemos ter três filhos e, quase cinco anos depois do segundo, lá vem ele a caminho.
– Está a ser uma gravidez muito diferente das anteriores?
– Sim, cada gravidez é única. Achava que iria estar mais serena desta vez, mas isso não está a acontecer. Não está a ser fácil, até porque já sou mais velha, tenho dois filhos e uma profissão exigente. Fiquei mais insegura, pois já sei ao que vou. Apesar de estar à espera do terceiro filho, continuo a sentir-me uma miúda!
– A Mariana e o seu marido já têm dois rapazes. Gostava que desta vez fosse uma menina?
– Não engravidei à procura da menina. Estamos radiantes por ser mais um rapaz. Os meus filhos também queriam um irmão. Só espero que na adolescência me continuem a fazer companhia [risos].
– E o que é que é mais desafiante no facto de ser a única mulher em casa?
– Ser a única mulher em casa é, de facto, um desafio, porque somos muito diferentes. Por muito que tenha a mania de que sou pragmática e até um bocadinho maria-rapaz, somos realmente distintos. Cresci com dois irmãos e sempre fui a única menina, por isso já estou habituada. Adoro os meus homens e assim os mimos ficam todos só para mim! Também acho giro poder mostrar aos meus filhos o que é ser mulher. Contudo, também não faço tanto essa distinção entre géneros, até porque tenho dois rapazes completamente diferentes um do outro.
– Dá educações distintas aos seus filhos? Ou é a mesma mãe para os dois?
– Acho que educar o primeiro filho é sempre mais difícil. Tenho pena de não ter sido tão descontraída com o Vasco como fui com o Diogo...
– E que homens gostava que eles fossem?
– Preocu­po-me imenso com os homens que estou a formar, até porque ainda vivemos numa sociedade em que há muito machismo. Por exemplo, não digo que o meu marido me ajuda em casa e sim que partilhamos tarefas. E quero que os meus filhos sejam educados com essa perspetiva. Tenho amigos que ainda acham que podem ir para a sala depois do jantar enquanto a mulher arruma a cozinha! Os meus filhos sabem que quando saem da mesa têm de pôr o seu prato na máquina de lavar.
– Sente que ser mãe é mesmo a sua maior vocação?
– Não sei se é uma vocação, até porque não teria feitio para ser mãe a tempo inteiro. Gosto muito da minha independência e de ter as minhas rotinas. Sou uma mãe ‘general’ e exigente, mas com a melhor das intenções. Adoro este papel, caso contrário não estaria à espera do terceiro filho.
– Durante a sessão fotográfi­ca, a Mariana contou que se casou completamente apaixonada. Agora que têm uma vida familiar mais exigente, que espaço sobra para a relação a dois?
– Tivemos um primeiro filho muito absorvente, cinco anos depois tivemos outro filho que esteve um ano e meio sem dormir e essa, sim, foi uma fase muito complicada no meu casamento. Agora vem aí um terceiro filho e estamos numa lua-de-mel, cheios de vontade de ter um be­bé pequenino em casa. Falamos muito sobre a nossa relação e temos sempre presente que, de alguma maneira, continuamos a ser namorados. Temos os nossos momentos e é giro perceber que crescemos juntos há 14 anos. E agora temos mais um desafio, porque o meu marido abriu uma petisqueira de conservas em Alfama, a Miss Can. Por isso, eu vou continuar a deitar-me cedo e ele vai passar a chegar a casa muito mais tarde. Mas vamos conciliar tudo, tenho a certeza.
– A Mariana é locutora, escreve livros infantojuvenis e guiões, faz apresentações pon­tuais de eventos e ainda é lei­tora externa de uma editora. O que a leva a fazer tanta coisa simultaneamente?
– Gosto muito do que faço, sempre fui apaixonada pela rádio, pela escrita e pela leitura. Chego ao final do dia cansada, mas feliz. E claro que a ver­tente financeira também é im­portante.
– Dar o salto para a televisão faz parte dos seus objetivos?
– Confesso que nesse campo a minha opinião está a mudar. Há dois anos não me via a fazer televisão, até porque gosto do anonimato. Contudo, agora já não sei... Espero ter muitos anos de trabalho pela frente e penso que seria bom experimentar outros formatos. Há uns convites para televisão que estou a pon­derar... Mas não posso revelar mais!
– Para terminar, ainda há vontade de ter um quarto filho?
– Não! Costumo dizer que já fui ao quarto fazer três! [risos].

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