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Ricardo e Francisca Pereira vivem Carnaval romântico no Rio de Janeiro

"No Dia dos Namorados gosto de me relembrar que sou namorado da minha mulher e ser namorado é manter este amor vivo, companheiro, vivido em sintonia e em parceria", afirma o ator.

Cristiana Rodrigues
10 de fevereiro de 2016, 16:33

O baile anual do Copacabana Palace é incontornável na agenda de eventos do Rio de Janeiro e Ricardo Pereira já faz parte da lista de convidados que marcam presença no famoso hotel. O ator, de 36 anos, e a mulher, Francisca, de 32, aproveitam essa noite não só para festejar o Carnaval como também para namorar. A CARAS aproveitou para falar com o ator, saber como têm corrido estes dez anos juntos, cinco deles casados, uma união da qual nasceram dois filhos, Vicente, de quatro anos, e Francisca, de dois.
– Todas as saídas a dois são boas para pôr o namoro em dia?
Ricardo Pereira –
Sim, tentamos fazê-lo sempre que podemos. Por exemplo, todos os dias 13 de cada mês arranjamos um programa para assinalar a data em que começámos a namorar [13 de setembro de 2006].
– E no Dia dos Namorados, que em Portugal se festeja a 14 de fevereiro e no Brasil a 12 de junho, costumam fazer algum programa diferente?
Sim. No Dia dos Namorados gosto de me relembrar que sou namorado da minha mulher e ser namorado é manter este amor vivo, companheiro, vivido em sintonia e em parceria. Relembramo-nos desses valores todos, damos os mimos necessários um ao outro, recordamos porque é que estamos juntos.
– A Francisca é a sua maior confidente?
Sem dúvida. É extraordinário ter esta mulher, esta grande amiga e grande amor ao meu lado. Sem ela as coisas não seriam tão bonitas, não dariam tanto prazer.
– Tem estado sempre a seu lado...
Ter a Francisca ao meu lado torna tudo ainda mais fácil e maravilhoso e termos dois filhos que amamos intensamente é a melhor coisa do mundo. Sabe bem ter uma companheira que gosta de andar de mãos dadas comigo e não tem medo de arriscar.
– Estão prontos para serem pais novamente?
Ainda estamos a digerir o que é ter dois filhos. [risos] Educar e ser presente na vida deles é uma tarefa árdua, que exige de nós enquanto seres humanos mas também temos conseguido fazê-lo de uma forma tranquila, sem pressão. Perceberemos qual é o momento certo e talvez até chegue o momento em que sejam o Vicente e a Francisca e a pedir um irmão. Vamos deixar acontecer de forma natural.

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