Nas Bancas

Patrícia Sequeira reúne elenco de luxo em filme

Este é a primeira longa-metragem de Patrícia Sequeira, que tem trabalhado sobretudo na área da ficção televisiva.

CARAS
4 de fevereiro de 2016, 00:45

As más-línguas dizem que mulheres a trabalharem juntas não dá bom resultado. Patrícia Sequeira demonstrou exatamente o contrário com o filme Jogo de Damas, que estreou em circuito comercial no passado dia 25, no Cinema Monumental, em Lisboa. Para esta aventura, a realizadora da novela Coração d’Ouro, da SIC, reuniu um elenco feminino muito forte e coeso. Uma chave para o sucesso. “Não acho que trabalhar com mulheres seja mais difícil. Acho que isso é mito. As mulheres gostam cada vez mais de si próprias e estão a dar-se cada vez melhor”, explica à CARAS, salientando que neste caso há outra mais-valia. “Eu acho que trabalhar com amigas é fácil, e é isso que nós somos”, diz, referindo-se a Ana Nave, Ana Padrão, Fátima Belo, Maria João Luís e Rita Blanco, as atrizes que convidou para contarem esta história de morte, luto e amizade. Nenhuma recusou a proposta.
“É um filme muito especial para nós. Partiu de uma necessidade de continuarmos juntas, de prolongar uma estadia umas com as outras no trabalho. Nós trabalhámos juntas no Sol de Inverno e ficámos tão encantadas umas com as outras que a Patrícia achou que tínhamos de fazer isto”, explica Rita Blanco, aproveitando para elogiar a argumentista. “Se eu não tivesse gostado de trabalhar com ela nunca teria repetido a experiência, como é óbvio. Ainda por cima tendo o feitio que tenho... Mas tenho muito gosto em trabalhar com a Patrícia. Ela é dura e exigente, e eu preciso disso. Odeio baldas.” Fátima Belo concorda: “Este projeto foi maravilhoso, porque foi feito a partir das notas musicais da Patrícia, do improviso, e trabalhar assim é um grande desafio para um ator. Já tinha trabalhado com ela e costumo dizer-lhe que para onde ela for, eu vou. Ela tem amor pelos atores, deixa-nos dar à luz a nossa criação. Isso é o maior respeito que podem dar a um ator. É ótimo trabalhar com ela.”
Talvez por isso, no fim da exibição a plateia de familiares e amigos mostrou-se rendida ao desfecho do filme. “É excelente, mas ainda tenho de pensar sobre ele para poder tecer uma opinião. É um filme que nos faz pensar”, comentava no fim Francisco Lou­çã, cuja presença (na companhia da mulher, Ana) foi tão discreta que acabou por nem sequer proporcionar uma fotografia.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras