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Helena Costa assegura: "Sinto-me muito bem sozinha"

Solteira e sem vontade de se apaixonar, a atriz está totalmente dedicada ao seu trabalho.

Marta Mesquita
30 de janeiro de 2016, 14:00

Depois de ter terminado, há vários meses, o namoro de quatro anos com Diogo Perei­ra Coutinho (filho do empresário Vasco Pereira Coutinho), Helena Costa, de 33 anos, iniciou uma nova fase na sua vida. Entre a peça Plaza Suite, as gravações da novela Santa Bárbara e alguns trabalhos pontuais como apresentadora, a atriz chega a trabalhar 16 horas por dia. Contudo, esta dedicação ao traba­lho tem-lhe trazido muitas alegrias e um sentimento de realização nunca antes experienciado. No meio desta azáfama profissional, Helena tem ainda tempo para desfrutar da companhia dos que mais ama e para fazer desporto, uma das suas maiores paixões.
Numa conversa que teve como cenário o Castelo da CARAS, em Óbidos, a atriz mostrou a mulher que é fora da televisão, partilhando o entusiasmo que sente neste seu novo ‘namoro’ consigo própria.
– Fazer teatro e televisão ao mesmo tempo deve ser muito exigente para um ator...
Helena Costa
– Sempre quis fazer teatro e televisão ao mesmo tempo, porque achava que seria um desafio importante. Estou a viver inteiramente para o trabalho e sinto-me muito preenchida.
– Com tanto trabalho não fica exausta e sem tempo para mais nada?
– Há alturas em que fico mais cansada, até porque chego a trabalhar 16 horas por dia. Mas não me queixo. Finalmente, sinto-me útil e gosto destes desafios. O trabalho não me assusta. O que mais quero para a minha carreira é conseguir fazer um leque de personagens muito diversificado. Ser atriz é o que real­mente me realiza. Estou numa fase muito boa. Sinto-me muito concretizada com a vida que tenho.
– Quando tem algum tempo pa­ra si, o que gosta de fazer?
– Gosto muito de ir ao ginásio. Sempre fiz desporto e esforço-me para ser saudável. Também faço basquetebol e crossfit. O exercício físico dá-me muito prazer e é isso que me motiva. Não faço desporto para ter um corpo trabalhado. Contudo, se for desafiada pelos meus amigos para ir tomar um café, vou e prefiro isso a ir ao ginásio. Sempre que posso, estou com a minha família e com os meus amigos. Como tenho menos tempo para estar com eles, dou ainda mais valor a esses momentos em que posso dar e receber amor.
– Terminou há vários meses um namoro de quatro anos. Como está a encarar o facto de estar novamen­te solteira?
– Encaro muito bem. Foram quatro anos de namoro que chegaram ao fim, mas tudo aconteceu de forma tranquila. Procurei uma nova casa, mudei-me e agora posso fazer as coi­sas como quero sem qualquer tipo de orientação ou sem ter em conta a vontade de outra pessoa.
– Sente-se mais autêntica agora?
– Sim, sinto-me. Já tinha saudades de fazer o que me apetece e de não ter de viver em função de outra pessoa.
– Sente que durante esses quatro anos viveu quase em exclusivo para a sua relação?
– Qualquer pessoa que tenha um namorado ou um marido vive um pouco em função da outra pessoa. O que sinto é que agora tenho disponibilidade para tudo o que quero fazer e isso, de certa forma, é um alívio.
– Portanto, não sente nenhuma frustração por o seu namoro ter terminado...
– Não. Foi bom enquanto durou, vivemos muita coisa em conjunto, mas fomos maduros quando perce­bemos que já não fazia sentido estarmos juntos. Com respeito e carinho, cada um preferiu seguir a sua vida.
– Ficaram amigos?
– Acho que quando uma relação acaba não podemos ficar amigos, porque pode surgir a vontade de retomar o namoro. Mas há um carinho grande que um dia mais tarde pode dar origem a uma amizade.
– Pensa na hipótese de uma re­conciliação?
– Nem pensar... Sinto-me muito feliz sozinha e agradeço a toda a hora por estar a viver esta fase.
– E que mulher é hoje depois desta experiência?
– Sou uma mulher que sabe o que quer e o que não quer, que vê as coisas com clareza. A partir dos 30 percebemos melhor o que temos de melhorar e valorizar. Sinto-me mais madura e tenho os pés assentes na terra. Também me sinto com muita força para viver e aproveitar tudo ao máximo. Todos os dias quero melhorar alguma coisa. Gostava de não stressar tanto e de não ser tão perfeccionista, porque é algo que me consome bastante energia. Vivo tudo intensamente.
– Já está disponível para se apai­xonar novamente? Apetece-lhe iniciar uma relação?
– Não estou disponível para ninguém. Cedi tanto em outras situações que já não tenho tempo nem paciência para viver em função de uma relação. Vai ser difícil alguém entrar de novo na minha vida. Estou muito exigente.
– O que é necessário para a conquistar?
– Ui, tanta coisa... principalmente não me chatearem a cabeça. É só isso [risos].
– Mas não deseja, mesmo a médio prazo, ter a sua própria família?
– A minha prioridade nunca foi essa. Claro que há sempre a pressão da idade e da família, mas não me deixo afetar por isso. Sinto-me muito bem com a minha independência.

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