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Grávida de sete meses, Maria Helena Pina, filha de Maria de Belém, vive dias felizes

A consultora e o marido, Eduardo Mastranza, vão ser pais de uma menina a quem vão chamar Maria de Belém.

Andreia Cardinali
10 de janeiro de 2016, 16:00

Com a felicidade estampada no rosto e um sorriso contagiante, Maria Helena Pina, filha da candidata à Presidência da República Maria de Belém, está numa das fases mais completas da sua vida. Um ano depois de se ter casado com o italiano Eduardo Mastranza, diretor associado na empresa de consultoria Gartner, a consultora de comunicação está grávida de uma menina, a quem vai dar o nome da avó materna. A escolha foi do marido, que durante esta sessão fotográfica esteve sempre atento e preocupado com todos os movimentos da sua mulher. Juntos, falaram desta nova fase familiar que se aproxima, mas também da forma orgulhosa como encaram a candidatura de Maria de Belém.
– Fizeram recentemente um ano de ca­sados. Como tem sido?
Maria Helena – Maravilhoso. Já vivíamos juntos há três anos, mas alguma coisa mudou para melhor.
Eduardo Mastranza – A união que temos tornou-se mais forte e isso mudou imediatamente após o sim. Estamos mais ligados.
Helena – Antes éramos duas pessoas que queriam estar juntas, agora somos uma família.
– Uma família que se prepara para crescer.
– Sim e estamos muito felizes. Foi uma gravidez planeada, pensada durante a lua-de-mel. [risos]
– Já sabem que é uma menina. Tinham preferência?
Não.
Eduardo – Sim. [risos] Eu confesso que queria uma menina.
– E sei que já escolheram o nome.
Sim, fui eu que escolhi, gosto muito. É também uma homenagem, mas eu gosto mesmo muito do nome. Para mim, que sou italiano, é um nome muito exótico, achei sempre lindíssimo.
– Helena, como é que a mãe reagiu quando soube que ia ser avó e que, ainda por cima, iria ter o nome dela?
Ficou muito contente, claro. É a segunda menina da geração com o nome dela e está a ganhar força na família.
– E como está a correr a gravidez?
Fisicamente tem sido muito duro, tenho sofrido muito com enjoos, mas felizmente o Eduardo apoia-me em tudo o que pode e a equipa médica que nos segue em Londres também tem estado muito sensibilizada para o assunto.
Eduardo – Mas tenho a dizer que, apesar de tudo, nunca vi uma mulher tão feliz. O sorriso dela é fantástico.
– A ideia é terem mais filhos?
Helena –
Ainda estamos a caminho do primeiro, logo se vê, mas gostamos muito de crianças e a ideia é darmos um irmão à Maria.
– Moram em Londres. Pretendem vir para Lisboa após o nascimento da menina?
Eduardo –
Temos a nossa família espalha­da por vários cantos do mundo, mas gostávamos que a menina nascesse em Portugal. Gosto muito deste país e seria um sonho mudarmo-nos para cá definitivamente. Andamos a tratar disso... Profissionalmente, temos de ver como conseguimos conciliar as coisas.
Helena – Passamos cá o Natal e a seguir já não volto para Londres, pois começo a não poder viajar.
Eduardo – Como não tenho um trabalho de escritório, viajo muito e tenho alguma liberdade de movimentos, vou e venho sempre que possível. Quero estar o mais perto que conseguir, em especial por alturas do parto, previsto para 11 de março. Portugal é muito apelativo no sentido familiar, no suporte que possamos ter e isso ajuda muito.
– Calculo que estes anos que têm vivido sozinhos em Londres vos tenham tornado ainda mais próximos.
Helena –
Sem dúvida. Já lá estamos há cinco anos e acho que sim, que tudo ajuda a que fiquemos mais unidos, como vai também acontecer com esta nova adição. [risos]
Eduardo – Londres é uma cidade fantástica, mas com crianças pode tornar-se complicado. É uma cidade muito grande... para irmos a uma consulta ou um determinado parque percorremos distâncias muito grandes. E depois, no Reino Unido o sistema de educação pode tornar-se um pesadelo desde muito cedo e gostaríamos de o evitar.
– Já falaram sobre isso?
Helena –
Acho que há coisas de que não vale a pena falar enquanto não chegarmos lá. Já conversámos e sabemos que a orientação que queremos em termos de educação é mais do sul da Europa do que do norte.
Eduardo – Acreditamos no sistema de educação público e pensamos que se tivermos de gastar dinheiro com a educação, que seja numa altura em que haja garantias de que a nossa filha já saiba o que vai querer fazer na vida. Acho que o investimento deve ser direcionado para uma especialização. E isto não quer dizer que queiramos que ela siga determinado caminho... Queremos que faça aquilo que quiser e a deixar feliz.
– Estão preparados para as mudanças que a paternidade trará à vida de casal?
Helena –
É um dos nossos maiores receios.
Eduardo – Funcionamos muito bem como casal, ainda não tivemos uma briga. Falamos muito e somos muito racionais. Enfrentamos todos os problemas juntos e acho que vai ser fácil. Também somos muito mimosos. [risos]
– Mudando um pouco de assunto, como é que reagiram à candidatura da sua mãe, Helena, à Presidência?
Helena –
Tenho muito orgulho na mãe que tenho e se decidiu dar este passo só posso apoiá-la.
Eduardo – Gosto muito de falar de polí­tica com a minha sogra e gostei muito da notícia. Achava que ela já o deveria ter feito há anos, até porque acredito que tem a personalidade indicada para o cargo. Digo isto de certa forma com o coração partido, porque o problema que temos no meu país, Itália, é a falta de credibilidade dos políticos. Quando vejo a minha sogra, vejo uma pessoa muito íntegra e respeitada.
– Se a sua mãe ganhar, Helena, estão preparados para o que isso possa implicar nas vossas vidas?
Helena – Teremos de estar. Para nós a prio­ridade será sempre a nossa filha. Apoiamos a minha mãe, naturalmente, e estaremos ao lado dela em todas as mudanças necessárias, mas estamos mais concentrados na nossa bebé.

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