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Sara Matos: “Não tenho nada a esconder sobre a minha vida amorosa”

A atriz passeou com a CARAS no Chiado e contou como está feliz por ser porta-voz da Associação Corações com Coroa, que tem por lema “apoiar uma mulher é apoiar uma família, uma comunidade, um país”.

Vanessa Bento
9 de janeiro de 2016, 10:00

Desde pequena que Sara Matos tem uma adoração especial pelo Natal. E nada tem a ver com os presentes que se trocam nesta altura. Habituada a desvalorizar a parte materialista da quadra, a atriz ainda hoje passa a noite de Natal com a família a comer, a ver filmes da Disney e a cantar. Este ano, esteve dez dias no Rio de Janeiro antes de viver uma das suas noites preferidas do ano. Umas merecidas férias depois do fim da peça de teatro O Protagonista, durante as quais aproveitou para descansar, para desfrutar da “cidade maravilhosa” e para namorar. Embora ainda não tenha assumido publicamente a relação com Pedro Teixeira, com quem está há cerca de meio ano, a atriz explicou à CARAS, nesta conversa feita em pleno Chiado, por que razão deixou de falar da sua vida amorosa.
– Chegou hoje do Brasil...
Sara Matos – Pois foi. E é tão bom voltar para o frio! Gosto muito desta altura do ano. É quando faço anos, estou quase a chegar aos 26, e é uma altura em que passamos muito tempo com a família, podemos pensar no que foi o ano e partilhar estes momentos com os que amamos. E este ano, para mim, o Natal é ainda mais especial porque tornei-me porta-voz da Associação Corações com Coroa e vou começar a fazer apresentações e falar com crianças. Há aqui uma grande responsabilidade, mas penso que o truque é sermos sempre sinceros.
– É importante para si usar o seu lado mais público para ajudar causas como esta?
– É importantíssimo. Foi exatamente por isso que aceitei este desafio, por saber que posso fazer a diferença.
– O Natal também é isso, não é? Solidariedade, entrega, partilha, família...
– Sim, o Natal sempre signi­ficou família, partilha, amor. Vive-se um espírito diferente, não pelo lado consumista, mas sim pela vontade de estar com quem amamos. Tenho a sorte de ter uma família que gosta mais de comer do que de presentes. Não é nosso hábito fazermos troca de presentes. Dou aos meus pais, gosto muito de oferecer, mas não gosto da obrigação de ter que dar porque é Natal. E não cresci com isso. A família é o mais importante, é ela que nos dá as bases, que nos ampara. É um percurso muito interessante e do qual um dia, provavelmente, terei todo o gosto em fazer parte. Mas há tanta coisa para fazer ainda.
– Mas já tem vontade de ser mãe?
– Tenho muita vontade de viver o que vivo neste momento. Não sou muito de planear o futuro. Mas sou muito ligada à família e com certeza que hei de querer ser mãe. Neste momento, ainda sou muito nova. Com 26 anos tenho muita coisa para arriscar a nível profissional.
– E a nível pessoal também, acabou de gozar umas férias no Brasil com o Pedro Teixeira.
– Peço desculpa, mas não quero comentar.
– Há cerca de um ano deixou de comentar a sua vida privada, quando antes o fazia tranquilamente. O que é que mudou?
– Todos nós mudamos e muito, e eu mudei pessoal e profissionalmente. Comecei há cerca de cinco anos e a verdade é que a pessoa que estava comigo também fazia televisão e era natural... [Interrompe e faz uma longa pausa, enquanto olha para o chão] Continuo a falar da minha vida pessoal, a questão é que agora não falo da minha vida amorosa.
– Sente que deve isso a si e à pessoa que está consigo?
– É engraçada esta pausa que fiz no discurso... Nem sequer tinha pensado se me surgisse uma pergunta como esta, ou teria uma resposta preparada. Acho que nunca deixei de falar da minha vida pessoal, porque quero muito dar aquilo que sou às pessoas que me seguem e que me dão oportunidade de continuar a trabalhar. Sou genuína e acho que nunca deixei de falar do que para mim é mais importante, dos meus valores, dos meus princípios, nem vou deixar de o fazer. Muitas outras coisas podem acabar, como tudo na vida, e por isso não queria afastar este meu lado pessoal. Mas realmente, sim, acho que se pode dizer, neste momento, que desde há um ano e meio decidi não falar mais sobre a minha vida amo­rosa. Estou a tentar, arduamente, construir um percurso artístico e o que importa é a maneira como trabalho e como vejo a vida, e não a minha vida amorosa. Foi só por isso que deixei de falar da minha vida amorosa. Não porque ache que tenho alguma coisa a esconder, porque não tenho nada a esconder!

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