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“Amor Impossível” de António-Pedro Vasconcelos reúne elenco em Viseu

Na décima longa-metragem que dirige desde que começou a fazer cinema, em 1967, António-Pedro Vasconcelos volta a trabalhar com o produtor Tino Navarro e a ter como diretora de “casting” a filha, Patrícia Vasconcelos. E também Soraia Chaves é uma repetente em trabalhos do realizador, que a dirigiu em “A Bela e o Paparazzo”, de 2010, e “Call Girl”, de 2007.

CARAS
1 de janeiro de 2016, 11:00

A dias da chegada aos cinemas da sua décima longa-metragem, António-Pe­dro Vasconcelos reencontrou-se em Viseu com a equipa com a qual ali passou dois meses em rodagem para, juntos, verem o resultado do seu trabalho. “É um momento emocionante. Vou, finalmente, ver como as pessoas reagem. É um grande teste, mas estou confiante, porque trabalhei com grandes atores, tive um grande argumento e um grande produtor”, afirmou o realizador minutos antes da exibição de Amor Impossível no cinema do Palácio do Gelo.
Com estreia nacional marcada para dia 24, Amor Impossível segue duas narrativas paralelas: o desaparecimento de Cristina (Victoria Guerra), uma jovem que procura um amor total e sem limites ao lado de Tiago (José Mata) e a investigação policial conduzida por Madalena (Soraia Chaves) e Marco (Ricardo Pereira).
Visivelmente ansiosa antes da exibição, Victoria Guerra, que assistiu ao filme sentada ao lado dos colegas de elenco, afirmou no final: “Estou muito contente com o resultado. Quando li o guião, disse imediatamente que queria fazer esta personagem, porque a Cristina não é uma rapariga normal. É demasiado intensa, leva as coisas à loucura. Deu-me muito prazer fazer este filme, porque não há nada nesta personagem parecido comigo, a não ser a determinação.”
José Mata, que depois de novelas como Destinos Cruzados ou Olhos nos Olhos, se estreia no cinema com o papel de Tiago, confidenciou: “É uma experiência incrível ver-me naquela tela. Estou grato por esta oportunidade, é um privilégio poder trabalhar com esta equipa.”
Uma das musas do realizador, Soraia Chaves comentou: “Este é um filme duro, mas profundo, sobre o amor. É importante e atual, porque nos ajuda a identificar características do amor possessivo que pode ser destrutivo.”

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