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Sofia Jardim confidencia: "Já faz sentido pensarmos no casamento"

A relações-públicas, o marido, Domingos Amaral, e as filhas, Luz e Leonor, usufruíram de um fim de semana em família em Évora.

Marta Mesquita
27 de dezembro de 2015, 14:00

Com a correria do dia-a-dia e as constantes exigências profissionais, nem sempre é fácil para Sofia Jardim e Domingos Amaral desfrutarem de um fim de semana em família. Contudo, a relações-públicas e o escritor e jornalista conciliaram as suas agendas e aceitaram o convite da CARAS para irem com as filhas, Leonor, de seis anos, e Luz, de quatro, passar dois dias a Évora, no Alentejo.
Em plena época natalícia, Sofia e Domingos esqueceram por completo as preocupações profissionais e aproveitaram ao máximo o que de melhor a pa­ternidade traz: os mimos das filhas.
– Para quem tem vidas profissionais e sociais tão preenchi­das, fins de semana destes devem ser revigorantes...
Sofia Jardim – Sim, sem dúvida! Estava mesmo a precisar deste escape, porque ando a trabalhar imenso. Foi um fim de semana ótimo. Confesso que nesta altura do ano gosto muito de vir para o Alentejo e tivemos muita sorte com o tempo!
Domingos Amaral – Sen­ti­mos que estávamos totalmente dedicados a elas. A Leonor e a Luz ainda são pequenas e gostam muito de estar connosco. Gostamos de ter uma vida animada e bastante intensa e às vezes é difícil compatibilizar tudo... Mas sinto-me feliz com a harmonia familiar que conseguimos encontrar.
– Quais são os maiores desa­fios que enfrentam enquanto pais nestas idades?
Sofia – A Leonor já está na escola e, por isso, tentamos estar muito atentos à sua evolução escolar. A Luz ainda é pequenina e quer muita atenção e mimos.
– Para o Domingos, que é também pai de dois adolescentes, Carolina, de 17 anos, e Duarte, de 14, os desafios são ainda maiores...
Domingos – Costumo dizer que estou sempre a mudar o chip porque ora estou a lidar com uma rapariga de 17 anos, que já tem a sua vida, está no 12.º ano, sai à noite e tem namorado, ora estou com um rapaz de 14 anos, que já tem muita curiosidade sobre o mundo e tudo o que se passa à sua volta. Com as mais pequenas, ainda são relações muito baseadas no afeto e no mimo, mas que são igualmente exigentes, porque é nesta altura que lhes transmitimos as regras, o que é certo e o que é errado.
– A Sofia e o Domingos estão juntos há oito anos. Enquanto casal, estão a atravessar uma boa fase?
Sofia – Estamos numa fase tranquila. As nossas filhas já não são bebés, por isso acabamos por ter mais espaço para nós. Conseguimos fazer programas a dois, como jantar fora ou sair à noite. Também não andamos tão cansados, porque já conseguimos dormir praticamente a noite inteira. Sinto que podemos namorar mais, o que é bom. Também já aprendemos a aceitarmo-nos um ao outro tal como somos, apesar de às vezes haver algumas chamadas de atenção. Aprendemos a viver com os defeitos um do outro.
Domingos – Quando come­çámos a nossa relação, já tinha filhos. Por isso, tudo foi construído com base nessa realidade. Além disso, a Leonor chegou muito depressa. Portanto, sempre fomos uma família. É evidente que de vez em quando precisamos dos nossos momentos e tentamos organizar fins de semana só para os dois. É preciso saber viver a relação em família.
– Apesar de já terem construí­do uma família juntos, nunca excluíram a hipótese de se casarem. Ainda faz sentido pensarem em oficializar a vossa relação?
Sofia – Sempre disse que não seria um papel que mudaria aquilo que já sentimos um pelo outro, mas para a Leonor seria muito importante ter os pais casados. Ela já partilha essa vontade. E se calhar essa diferença entre vivermos juntos ou estarmos casados existe. Por isso, já faz sentido pensarmos no casamento de uma maneira mais séria.
– Desfrutaram deste fim de semana em plena época natalícia. Com uma casa cheia, o Natal deve ser vivido com muita intensidade...
– Eu adoro o Natal! É a minha época do ano preferida. Adoro oferecer presentes e fazer as decorações. Nada me dá mais prazer do que imaginar a cara das minhas filhas quando abrirem os presentes. Também temos algumas tradições muito giras, como abrir os presentes na manhã de Natal, que é algo que sempre se fez na casa dos meus pais e que faço agora com a nossa família. Os próprios filhos do Domingos gostam desse ritual. Confesso que das coisas que mais gosto é ver a cumplicidade que a Carolina, o Duarte, a Leonor e a Luz construíram. É maravilhoso!

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