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Carla Salgueiro: “A Caetana é o melhor presente que já recebi”

A bebé, que trouxe mais alegria à casa da atriz, vai ser a estrela deste Natal.

Cristiana Rodrigues
25 de dezembro de 2015, 10:00

Dormiu, comeu e quando chorou mal se ouviu. Caetana, de dois meses e meio, filha da atriz Carla Salgueiro, de 40 anos, e do empresário Nuno da Franca Ribeiro, de 46, é uma bebé tranquila. Não usa chucha, acompanha a mãe para o plateau e é muito acarinhada pelas duas irmãs mais velhas, Sara, de 17 anos, e Eva, de 19, filhas de Nuno, que ficou viúvo há cinco anos. Durante esta produção em ambiente natalício, foi Caetana o centro das atenções, tal como será a 25 de dezembro.
– Vai ser um Natal muito mais rico...
Carla –
Sim, vamos viver um Natal muito feliz, em família. A Caetana tem sido uma espécie de bênção nas nossas vidas. É o melhor e mais belo presente que algum dia recebi.
Nuno – Espero que neste nosso Natal haja muita harmonia e alegria. Vou reviver um Natal em família.
– Têm sido dois meses de pequenas aventuras?
Carla –
Tem sido maravilho­so. Qualquer coisa que me pudessem ter dito antes sobre como iria ser não descreve o bom que é. Estou a adorar. Ela é uma bebé muito tranquila. Come, dorme e quando acorda, sorri. É uma bebé muito feliz.
Nuno – Têm sido maravilhosos. A Caetana é uma santa e está sempre bem disposta.
– Como é que filhas do Nuno reagiram à chegada da irmã?
Carla
– Foi uma surpresa, não estavam à espera. A Sara tem 17 anos, a Eva, 19, e o pai era o universo das duas. De repente, há mais uma pessoa que entra na família, que sou eu, e de repente um dia há a notícia da chegada de mais um elemento. Acho que houve uma sensação de estranheza seguida de alegria. [risos] A Sara teve uma reação muito engraçada, disse logo: ‘Ótimo! Estou farta de ser a mais nova...’
Nuno – A Sara é uma irmã muito prendada, vem da escola, entra em casa e procura logo a Caetana. A Eva também, mas está na faculdade e está super ocupada com os estu­dos. Mas estamos todos em harmonia.
– E quando ela nasceu?
Carla – Ficaram encantadas com ela e é um sentimento crescente. Assim que a viram na maternidade, deu para perce­ber que estavam felizes, é uma espécie de amor diferente. Com o passar do tempo elas as três vão tendo uma ligação cada vez maior.

– Nuno, quando ficou viúvo tornou-se pai a tempo inteiro e a viver só para as suas filhas. Elas ficaram contentes quando voltou a apaixonar-se ou acharam que a Carla ia ‘roubar-lhes’ o pai?
Nuno –
No início houve algum ciúme, mas elas são praticamente adultas e ao verem que eu estava feliz ficaram muito contentes também.
– Deve ter sido duro ter fica­do viúvo e ter de ser pai a tempo inteiro...
Sim, a morte da mãe das minhas filhas mais velhas foi um momento muito duro. Estáva­mos casados e éramos felizes. Ela lutou durante quatro anos contra um cancro, mas acabou por morrer. Nessa altura tive de reagir, pois as minhas filhas precisavam de mim. Os meus pais também me ajudaram bastante a cuidar delas.
– Carla, como foi entrar para uma rotina já delineada?
Carla –
Teve de haver uma adaptação de todos. Inicialmente o Nuno dividia a vida dele entre Lisboa e a quinta no Bombarral. Depois, elas vieram para Lisboa e aí arranjámos uma casa para vivermos e naturalmente houve uma fase de ajustes. Se duas pessoas já têm dificuldade em encontrar espaço na mesma casa, imagine quatro... Nem sempre foi fácil, mas chegámos a compromissos e gostamos umas das outras.
Nuno – Sim fomo-nos adaptando uns aos outros, com cumplicidade e cedências.
– Hoje faz um bocadinho de papel de mãe?
Carla – É difícil responder a isso e custa-me fazê-lo. Do ponto de vista de elemento feminino, sim, e tento ser o mais amiga delas possível. Depois, é difícil porque há coisas em relação às quais me sinto constrangida. Há um papel maternal, porque lhes quero muito bem, mas esse papel nunca será completamente o meu, é o de uma pessoa que infelizmente já partiu. Tento fazer o melhor que sei.
– É mais di­fícil terem momentos a dois?
Em relação à Caetana ainda não me senti muito à vontade para a deixar. Quando saio por um bocadinho, deixo-a com a minha mãe e passado uns 20 minutos já estou a ligar para sa­ber se ela está bem [risos]. Fico cheia de saudades, sinto falta dela. A nível emocional, sinto que é muito importante estar com ela. É impressionante como a natureza cria estes elos invisíveis fortíssimos.
Nuno – Co­migo passa-se o mesmo. Quan­do deixo a Cae­tana também fico cheio de saudades, fico com uma sensação de vazio.
– E como é que têm sido es­tes dois anos juntos?
Nuno –
Estou muito bem, muito feliz. A Caetana é mais uma luz na minha vida. Agora tenho quatro amores muito especiais.
– Ainda está muito apaixonada pelo Nuno?
Sim sinto-me muito apaixonada. Há dias em que somos mais românticos que outros. Com o Nuno vivo um grande amor que tem vindo a ser construído e que está cada vez mais forte. É o meu amor.
– O Nuno é um pai presente?
É um pai muito presente. Um bom pai. Admiro-o enquanto homem, enquanto pessoa.

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