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Mariana Pacheco supera o medo que tinha de andar de avião

Aos 23 anos, Mariana está viver o momento alto da sua carreira no papel de Catarina, na novela da SIC ‘Coração d’Ouro’. Apesar do medo, a atriz aceitou o convite do ACP para fazer um voo acrobático que acabou por ser só um passeio devido às condições meteorológicas.

CARAS
20 de dezembro de 2015, 16:00

Andar de avião nunca foi coisa que a fascinasse. Antes pelo contrário, morria de medo! De qualquer forma, e porque não é capaz de virar costas a um bom desafio, Mariana Pacheco nem pensou duas vezes quando foi convidada pelo ACP para fazer um voo acrobático. Mas como as condições meteorológicas não eram favoráveis, este ficou adiado e a atriz acabou por fazer um voo mais tranquilo pela baía de Cascais e chegou até a pilotar o avião. “O desafio foi totalmente superado”, reconheceu, feliz, com uma gargalhada.
Já alguma vez tinha voado num avião tão pequeno?
Mariana Pacheco – Não, nunca! Na verdade, tenho até um bocado de pânico de andar de avião. Sempre que tenho de viajar para algum lado fico cheia de ansiedade. Mas não me ponho debaixo do banco a chorar [risos]!
Quer dizer que hoje, de certa forma, impôs um desafio a si própria...
Sim, quando me fizeram o convite aceitei de imediato! Morri de medo quando o avião levantou voo, mas depois adorei! O piloto até me deixou pilotar um bocado... O desafio foi to­talmente superado!
Com as gravações da novela, calculo que a sua vida esteja a um ritmo alucinante...
– Sim, completamente, mas sinto-me bem a trabalhar assim.
– A Catarina é uma personagem muito intensa, que deve exigir imenso de si...
– É, de facto, muito desgas­tante, sobretudo a nível emocional. Nunca me consigo desligar. É um desafio constante!
– Como é que se tem preparado?
– Escrevo muitos textos com coisas que ela poderia dizer ou pensar, uma espécie de diário. Tenho também uma playlist com músicas dedicadas a ela.
– Esta novela está a ser o grande desafio da sua vida?
– É a minha grande oportu­nidade e estou a agarrá-la com todas as forças! A Catarina cativou-me logo desde o início. Ela não é a típica vilã, a bruxa má dos contos de fadas. Procuro sempre encontrar uma justificação para as atitudes dela, por muito más que sejam.
– Ser atriz era um sonho de infância?
– Sim, sempre tive essa certeza desde muito pequena.
– Tem noção de que é uma escolha que implica um enorme espírito de sacrifício...
– Quando fazemos aquilo que mais gostamos na vida todos os sacrifícios valem a pena! Ser atriz é a minha escolha e se puder fa­zer isto para o resto da vida vou sentir-me realizada.
– Tem o apoio da sua família?
– A minha mãe é a pessoa que me está mais próxima. Somos praticamente as melhores amigas e sempre me apoiou de forma incondicional.

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