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Marcelo Rebelo de Sousa: “A constituição não obriga a que haja uma primeira-dama”

Candidato à Presidência da República, professor diz que, no caso de ser eleito, não se fará acompanhar por Rita Amaral Cabral, a advogada com quem namora há 34 anos, nos compromissos oficiais.

Cláudia Alegria
20 de dezembro de 2015, 18:00

Marcadas para 24 de janeiro, as próximas eleições para eleger o novo Presidente da República podem trazer algumas mudanças na vida de Marcelo Rebelo de Sousa, um dos candi­datos mais fortes. No entanto, o professor, de 65 anos, garante que essas mudanças se limitarão à sua vida profissional, já que tenciona manter a família – que inclui Rita Amaral Cabral, a advogada com quem namora há mais de 30 anos – afastada dos compromissos oficiais.
– Se for eleito, será o primeiro Presidente da República de Portugal que não é casado.
Marcelo Rebelo de Sousa –
Sabe que não há nada na Cons­tituição que obrigue a que haja uma primeira-dama. Não é obrigatório. Há várias condições: ter 35 anos de idade e ser português de origem. Já cumpri ambas.
– Mas faz parte dos vossos planos um dia oficializarem a vossa relação?
Como disse, não há nenhu­ma obrigação de um Presidente da República ter primeira-dama. Isso significa que, sendo eleito presidente de todas as portuguesas e de todos os portugueses, e não vivendo em Belém – porque continuarei a viver em minha casa – separarei muito bem a família das funções. Isto não significa que não vão lá uma vez muito raramente os meus netos, filhos ou irmãos, mas, por regra, cargo é cargo, família é família.
– Mas a Dra. Rita certamente que o acompanhará em alguns compromissos?
Cargo é cargo, família é família. Portanto, não havendo primeira-dama, eu exercerei o cargo naturalmente, como acontece em muitas democracias.

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