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Daniel Oliveira garante: “A minha vida não se esgota no trabalho”

O apresentador, que acaba de lançar mais um livro, revela a importância dos afetos na sua vida.

Marta Mesquita
6 de dezembro de 2015, 12:00

Para Daniel Oliveira, de 34 anos, o trabalho é o seu melhor cartão de visita. Contudo, o apresentador recusa o rótulo de workaholic, assegurando que a sua vida não se resume à profissão, o que, aliás, deixa transparecer ao publicar nas redes sociais fotografias dos seus momentos de lazer ao lado da namorada, Andreia Rodrigues, dos avós e até dos so­brinhos. Entre as suas funções profissionais – apresentador, diretor da SIC CARAS e subdiretor de desenvolvimento de conteúdos da SIC – e a sua vida pessoal, Daniel tem tempo para escrever e lança agora mais um livro, Alta Definição – Um Novo Olhar, uma compilação de entrevistas que fez no programa homónimo da SIC.
Tendo como mote este livro, o apresentador conversou com a CARAS, revelando o que faz de si um homem de sucesso na televisão e fora dela.
– O seu novo livro tem como título Alta Definição – Um Novo Olhar. Passados seis anos, este programa trouxe mesmo um novo olhar à sua vida?
Daniel Oliveira
– A mim, seguramente que trouxe. Sou um homem completamente moldado pelo que estas pessoas que passaram pelo Alta Definição me foram dando. Abriram-me horizontes para novas realidades. Creio que o programa também permitiu que o público ficasse a olhar de outra maneira para os convidados. Estou muito satisfeito por, passados estes anos, fazermos um programa com esta vitalidade.
– O Daniel é muito elogiado pela maneira como conduz as suas entrevistas, conseguindo declarações muito intimistas. Já alguma vez se sentiu intimidado perante um entrevistado?
– Não, nunca, procuro sempre estar de igual para igual.
– Numa entrevista, disse que tem uma necessidade “de fazer acontecer coisas”, mas o que o move não deve ser apenas o puro ativismo...
– É importante sentir que aquilo que faço gera qualquer coisa nos outros. Gosto de tocar as pessoas e é isso que me motiva nos programas que faço.
– O Daniel trabalha muito, mas recusa o rótulo de workaholic. Desfruta da vida para além do trabalho?
– Sim. Um workaholic só vive para o trabalho e eu tenho tempo para a minha vida pessoal, familiar e para atividades de lazer, que influenciam muito a pessoa que sou. A minha vida não se esgota no trabalho.
– Portanto, a vida profissional não rouba tempo à sua relação com a Andreia...
– Não deixo de estar presente na minha relação por causa do meu trabalho. A Andreia e eu gerimos bem a nossa vida pessoal e compreendemos bem as exigências profissionais um do outro.
– Tem receio que a sua dedicação à vida profissional adie a realização de sonhos mais pessoais?
– Sou muito organizado, isso dificilmente acontecerá. Todos os sonhos pessoais que possa ter não serão minados pelos meus projetos profissionais.
– É reservado em relação à sua vida privada, mas partilha nas redes sociais fotografias ao lado dos que lhe são mais queridos. Dá muita importância aos afetos familiares?
– Sim. Gosto que os meus sintam que fazem parte daquilo que construí, porque fazem, de facto. Se estou a viver um momento feliz com aquela pessoa, partilho. É mostrar outra parte de mim àqueles que me seguem. Acho que nunca ultrapassei aquela barreira que considero necessária.
– Em muitas das entrevistas que já deu surge sempre a pergunta de quando é que querem ter filhos. Sente essa pressão? Isso aborrece-o?
– Não fico nada aborrecido por me perguntarem se já penso em ter filhos. Sou muito pouco permeável à influência das pessoas nessa matéria. Nada disso muda os timings que eu e a Andreia estabelecermos.

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