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Patrícia Bull a um mês do nascimento de Francisca

A atriz, de 37 anos, está casada há quatro com Ricardo Gonçalves e têm um filho, James, que faz três anos em dezembro. Apesar de não ter preferência, Patrícia ficou muito feliz quando soube que ia ter uma menina.

Sandra Cáceres Monteiro
25 de novembro de 2015, 10:15

A energia contagiante de Pa­trícia Bull não deixa adivinhar os tempos difíceis que viveu nos primeiros meses desta segunda gravidez. Passados os enjoos e o cansaço iniciais, a atriz, de 37 anos, está a contar os dias para ver pela primeira vez a cara de Francisca, que é aguardada com igual expectativa pelo irmão, James, que faz três anos em dezembro, e pelo pai, Ricardo Gonçalves.
– Como é que está a correr esta segunda gravidez?
Tem sido um bocado mais difícil. Os primeiros quatro meses foram péssimos, pois tive imensos enjoos, sentia-me cansada.
– Também teve um contratempo que a levou ao hospital...
– Saltei de um muro, rodei a bacia e fiquei sem conseguir andar. Fui ao hospital, onde fiz todo o tipo de exames de obstetrícia, mas descansaram-me logo, pois estava tudo bem com o bebé. Depois, foi um osteopata que de um dia para o outro me curou completamente.
– Foi uma gravidez planeada ou foi uma surpresa?
Não foi planeada ao ponto de dizermos “vai ser hoje”. Mas sim, eu e o meu marido queríamos imenso ter mais um filho e o James também já pedia um irmão.
Sente-se ansiosa com a aproximação da data do parto?
Quero muito conhecer a minha filha! Já assisti a partos quando estava a gravar A Ma­ternidade e foi das coisas mais bonitas que já vi na minha vida! Mas não, não me sinto ansiosa.
– O seu marido vai assistir? Já falaram sobre esse assunto?
– Estou a contar com isso, tal como aconteceu na primeira vez. Foi uma cesariana, ele assistiu e não caiu para o lado! [risos] Foi um momento muito bonito...
– Nota que está mais sensível?
Sim, sem dúvida. Quando vejo, por exemplo, vídeos no Facebook relacionados com crian­ças, emociono-me imenso.
– Para si a gravidez é um estado de graça?
– Confesso que na primeira vez me senti mais em estado de graça! [risos] Agora, sobretudo, sinto-me aliviada por não estar permanentemente enjoada, como aconteceu ao início.
– Está com uma ótima figu­ra, parece ter engordado pouco...
Muito pouco! Tenho um diabrete em casa que exige muito de mim e não me deixa estar um minuto sossegada.
– O James já percebeu que vem aí um bebé?
– Quando ainda nem sequer estava grávida de três meses ele deu-me, sem querer, um pontapé na barriga e eu pedi-lhe para ter mais cuidado. Ele perguntou de imediato: “Porquê, mamã, tens um bebé?” Mais tarde foi comigo à consulta em que a médica viu que era uma rapariga e ficou todo contente por saber que vinha aí uma Francisca, o nome que ele também gostava.
– E a Patrícia ficou contente por ir ter uma menina ou era-lhe indiferente?
Mentalizei-me para não ter preferência de modo a não correr o risco de ficar desiludida. Foi uma surpresa quando soube que ia ter uma rapariga, fiquei muito feliz! Mas teria ficado igualmente feliz se viesse aí outro rapaz.
– Ser mãe tornou-a uma mulher diferente?
– Sim, mas nem sei explicar muito bem em quê... Além de a responsabilidade mudar completamente, é bom sairmos do nosso foco egocêntrico. De qualquer forma, também não podemos cair no erro de nos esquecermos de nós próprias. Tenho aprendido muito com o meu filho...
– Que valores que pretende passar aos seus filhos?
O respeito pelo próximo, a generosidade, o ser bem-educado.
– Gostava de ter mais?
– Se fosse mais nova, sim, com certeza. Mas assim, não sei...

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