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“Madama Butterfly” em noite de “glamour” no Teatro São Carlos

Uma ida à ópera é sempre um momento especial, já que decorre num ambiente de ‘glamour’ e implica um ‘dress code’ à altura. Neste caso, os convidados que assistiram à gala de estreia de ‘Madama Butterfly’, no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, não defraudaram expectativas, com as senhoras de vestido comprido e os homens de ‘smoking’.

CARAS
12 de novembro de 2015, 15:31

O largo em frente ao Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, vestiu-se a rigor para receber Madama Butterfly, uma ópera que retrata a tragédia japonesa de Giacomo Puccini em três atos. Em noite de gala, os convidados estiveram à altura do dress code, com as senhoras de vestido comprido e os homens de smoking. Frente à entrada principal do teatro estendeu-se uma passadeira vermelha por onde os convidados foram desfilando o seu glamour. Já no interior da sala, viveu-se um momento verdadeiramente mágico com uma plateia de ilustres de diferentes áreas a aplaudir de pé no final. A jornalista Maria João Avillez era das mais fascinadas com o espetáculo grandioso que “iluminou” o São Carlos. “Gostei imenso! Gosto muito de ópera e vou sempre que posso. Acho que o José de Monterroso teve uma ideia brilhante ao trazer aqui esta ópera, pois o São Carlos presta-se, de facto, a esta beleza. O público correspondeu e a mancha da sala era muito bonita. A ópera pede uma moldura a condizer e foi isso que este teatro lhe ofereceu esta noite”, foi o elogio sincero. Já Paulo Pires e Astrid Werdnig foram dos casais mais elegantes da noite. Vestidos à altura, com a antiga manequim num modelo Hugo Boss, aproveitaram também a ocasião para uma romântica saída a dois, já que têm duas filhas. “Gostámos bastante, é uma história maravilhosa! A ópera é um dos maiores espetáculos que se pode fazer em cima de um palco. Não vamos regularmente à ópera mas gostamos imenso”, constatou o ator, que ainda está a gravar a novela A Única Mulher e que, no início do ano, vai regressar ao teatro. Astrid mostrou-se igualmente encantada com o espetáculo. “É uma história triste e revoltante! A ópera puxa pelos sentimentos de uma forma diferente”, disse, ainda tomada pela emoção.

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