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Viúva de Robin Williams confessa: "Não foi a depressão que o matou"

O ator sofria de uma doença neurodegenerativa progressiva chamada demência com corpos de Levy.

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3 de novembro de 2015, 17:19

Mais de um ano após a morte de Robin Williams, Susan Schneider falou pela primeira vez sobre o assunto. Em entrevista à revista People, a mulher do ator contou que este sofria de uma doença neurodegenerativa progressiva chamada demência com corpos de Levy, que causa um aumento anormal de proteínas no cérebro, perturbando o bom funcionamento deste, e que tem sintomas semelhantes ao Alzheimer e ao Parkinson. "Não foi a depressão que o matou. A depressão foi, digamos, um dos 50 sintomas, um dos menos importantes", disse.
Williams começou a apresentar sintomas um ano antes da sua morte, principalmente nos últimos meses. "Apareceram como se estivessem numa máquina de pinball. Hoje tenho certeza que a equipa de médicos estava a fazer as coisas corretas. O problema é que a doença foi muito mais rápida que todos nós. Nós teríamos conseguido descobri-la em algum momento", explicou, referindo que a doença só foi descoberta na autópsia ao corpo do ator.
Susan Schneider quer agora dedicar-se a divulgar a demência com corpos de Levy para tentar salvar outras pessoas em memória do marido. "Passei o último ano a tentar descobrir o que matou o Robin. Para entender tudo isto, um dos médicos disse: 'Robin tinha plena consciência de que estava a enlouquecer e não havia nada que ele pudesse fazer contra isso'", acrescentou.

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