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GNR: "Queremos tocar até cair para o lado"

Com 34 anos de carreira e 11 discos de originais, os GNR reinventaram-se e criaram a sua própria editora para lançar “Caixa Negra”. Sem medos, arriscam em nome próprio, embora lamentem a falta de apoio que existe para os músicos portugueses.

CARAS
30 de outubro de 2015, 20:00

Amigos há 34 anos, Rui Reininho, Tóli César Machado e Jorge Romão apresentam o seu novo álbum, Caixa Negra, nos Coliseus do Porto e de Lisboa, a 23 e 31 de outubro. Dois concertos em que os GNR vão recordar, também, músicas que os celebrizaram e que fazem parte da banda sonora da vida de muitos portugueses. “Vamos recuperar temas que já não tocamos há mais de 20 anos e para os quais fizemos novos arranjos. Além disso, vamos ter Além disso vamos ter o Tim e a Rita Redshoes como convidados”, referiu Tóli à CARAS.
Reconhecidos e muito acarinhados pelo público, numa fase da vida em que seria de esperar alguma estabilidade, hoje lutam para dar resposta às exigências da indústria musical. “Os músicos tocam até cair para o lado, foi assim a vida toda. Claro que gostávamos de ter alguma segurança, mas vamos arriscar tudo e continuar”, referiu Rui Reininho.

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