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Winnie Harlow e Luís Borges

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Winnie Harlow defende-se das críticas de Luís Borges

O modelo português ficou indignado depois de Harlow ter apagado todas as referências a Portugal nas fotos que partilhou durante a gala de entrega dos prémios GQ Men of the Year.

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19 de outubro de 2015, 18:53

Winnie Harlow foi muito criticada na internet depois de ter marcado presença na gala de entrega dos prémios GQ Men of the Year, que decorreu no passado sábado, 17 de outubro, em Cascais. A manequim, de 21 anos, apagou todas as referências a Portugal nas fotos que partilhou do evento, no qual foi distinguida com o prémio Role Model, assunto que está a gerar muita polémica.
Luís Borges foi dos primeiros a mostrar a indignação. "Fiquei super feliz quando soube que quem o ia receber [o prémio] era a Winnie Harlow, pois ERA uma manequim que admirava pela sua coragem, pela sua história e por ter quebrado barreiras no mundo da moda. Mas essa menina que se vale por ser “diferente” é uma verdadeira bitch! Uma mal agradecida, com mau carácter, uma falsa… tudo o que uma role model não é! Vir ao meu país – Portugal – receber um prémio e depois simplesmente esconder o nome com nuvens?! Por que estás a identificar nas fotos a GQ U.S. em vez da GQ Portugal? Quem te deu o prémio afinal?", escreveu no seu blogue, The Afro Boy.
No entanto, a resposta da modelo canadiana, que sofre de vitiligo, não se fez esperar no Instagram. "Porque vocês querem uma explicação e eu quero pedir desculpa pela falha de comunicação: Tenho visto histórias sobre eu não querer um prémio entregue por Portugal. O que não faz sentido porque se esse fosse o caso, porque iria eu ao evento? Moro a 8 horas [de avião] de distância, se eu não achasse que é uma honra, não teria feito uma viagem tão longa para receber o prémio.
Não posso acreditar que os rumores de uma pessoa possam transformar-se na verdade. Houve um problema com a organização do evento e com a minha empresa, portanto não lhes quis dar mais publicidade grátis. Se a versão da revista se chamasse ‘GQ Praias’ eu tinha coberto a palavra ‘Praias’. Não porque estava com vergonha de receber um prémio numa praia, mas porque essa versão específica da revista não lidou bem com a minha empresa.
Já fotografei para a GQ antes, noutro país, e trataram-me muito bem. Acontece que esta versão da revista que patrocinava este evento chama-se ‘Portugal’. Quando tapei o nome não quis parecer antipatriota, ou que não gosto do país, ou que não queria o prémio desse país. A minha ideia era apenas tapar a publicidade para aquele evento específico.
Porque eu não quero que pensem que eu não me senti honrada pelo vosso país. Se essas fotos vos fazem sentir como tal, elas já desapareceram, e do fundo do meu coração, nunca me senti dessa forma, por isso peço desculpa e quero mostrar a minha gratidão para com ao vosso país. Portugal", esclareceu.

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