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Angelina Jolie sobre o casamento com Brad Pitt: “Temos os nossos problemas”

A atriz deu uma entrevista à revista Vogue norte-americana, onde falou sobre o casamento, os filhos, a sua saúde e os planos para o futuro.

CARAS
18 de outubro de 2015, 17:14

Juntos há dez anos e casados há um, Angelina Jolie e Brad Pitt são a imagem de um casal feliz e apaixonado, no entanto, na sua intimidade, têm problemas como os casais comuns. A atriz deu uma entrevista e posou com o marido e os filhos durante uma sessão fotográfica para a revista Vogue norte-americana de novembro, onde confidenciou que a vida com Pitt não é um mar de rosas.
Os dois voltaram a contracenar juntos dez anos depois do filme Mr. & Mrs Smith, no qual se conheceram e apaixonaram, mas Angelina recusa comparações entre By the Sea, uma longa-metragem que conta a história de um casal em crise, com a sua união com Brad Pitt. “Queríamos sair da zona de conforto”, começou por dizer. “Temos os nossos problemas, mas se as personagens fossem remotamente parecidas connosco, não teríamos feito este filme”, declarou.
Jolie falou também sobre as cirurgias que realizou, uma dupla mastectomia em 2013 para prevenir o cancro da mama, uma vez que é portadora do gene BRCA1 - aumentando significativamente as suas probabilidades de vir a ter este tipo de cancro - bem como a remoção dos ovários e as trompas de Falópio, no início deste ano. “Sinto-me castigada como mulher. A minha mãe e a minha avó morreram quando tinham 40 anos. Eu tenho 40. Mal posso esperar para chegar aos 50 e saber que consegui”, revelou, referindo-se à avó e à mãe, Loida e Marcheline Bertrand, que morreram de cancro.
A protagonista de Lara Croft: Tomb Raider contou ainda que os filhos - Maddox, de 14 anos, Pax, de 11, Zahara, de dez, Shiloh, de nove, e os gémeos Vivienne e Knox, de sete- têm aulas com professores de culturas e religiões diferentes em casa, de modo a conhecerem as raízes uns dos outros. “Os rapazes sabem que são do sudoeste asiático e conhecem a sua própria gastronomia, música e têm os seus amigos. Eles têm uma relação próxima com tudo isso. Nós viajamos muito para a Ásia, África, Europa, onde eles nasceram. Quero que eles se interessem pela cultura dos irmãos e dos pais, para que nos mantenhamos unidos”, acrescentou.

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