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Sara Carbonero mostra a casa onde vive com Iker Casillas, no Porto

A jornalista espanhola mostrou fotografias do seu novo lar no seu blogue.

CARAS
16 de outubro de 2015, 08:27

Por amor a Iker Casillas, o novo guarda-redes do Futebol Clube do Porto, Sara Carbonero trocou Madrid pela Invicta no final do verão. E embora ainda tenha passado pouco tempo, nas várias ocasiões em que foi visto a desfrutar da cidade na companhia do filho, Martín, de um ano e meio, o casal mostra-se completamente adaptado ao seu novo lar. "Aqui no Porto há uma luz muito especial, tanto nos dias solarengos como nos chuvosos. Nunca tinha tido a sorte de viver perto do mar por isso tenho de confessar que fico aparvalhada à janela vendo os barcos a passar", revela Sara Carbonero no seu blogue, Cuando Nadie Me Ve, onde também partilhou algumas fotografias da sua nova casa. Na decoração, destaque para os tons minimalistas, as peças retro e boho chic, muitas velas e a luz de que fala a repórter.
No mesmo post, a namorada de Iker Casillas fala ainda do stress provocado pelos constantes regressos a casa, seja à terra onde cresceu e onde ainda vivem os seus pais, Corral de Almaguer, ou a Madrid, onde diz ter vivido “os melhores momentos da [sua] vida”, naquele que foi o primeiro lar do filho e onde este deu os seus primeiros passos. “Em apenas oito dias fui e vim a casa três vezes. Nem tudo é perfeito nestas idas e vindas: as viagens e mudanças também têm uma componente bastante stressante: organizar o que se vai levar, fazer malas, desfazê-las, colocar num sítio, voltar a colocá-lo noutro...”, confessa.
Carbonero lembrou ainda que mais difícil que decorar uma casa é criar um lar. “Para mim, o mais importante são os detalhes porque é graças a eles que podemos transformar quatro paredes no lugar mais acolhedor do mundo. Uma foto que nos acompanha em cada viagem, o cheiro que torna a nossa casa única. Trata-se de construir um ninho e isso eu não acredito que se consiga fazer depressa e a correr”, explica, adiantando que também já sente que regressa a casa quando volta ao Porto, onde “cada dia mais está um pouco da [sua] alma”. “Embora ainda nos faltem muitos detalhes, a nossa casa tem esse calor especial. Não sei definir esse calor nem todas as outras coisas que me fazem sentir que estou onde pertenço. Como sempre disse, um lar não é feito de coisas, mas sim de pessoas”, conclui a jornalista.

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