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Sofia Fernandes e José Barbosa: Os últimos dias a dois antes da chegada de Sebastião

Grávida de oito meses, a repórter da SIC aproveitou um fim de semana livre para rumar com o marido a Tróia e namorar. A viver uma fase especialmente feliz, ambos têm consciência de que momentos como este poderão ser mais raros após o nascimento do filho.

Andreia Cardinali
14 de outubro de 2015, 15:00

Sofia Fernandes sempre assumiu o seu desejo de ser mãe, em especial desde que se casou com José Barbosa, há quatro anos. Agora, a um mês de concretizar o seu sonho, a repórter da SIC está radiante, mas também ciente da dificuldade que terá em arranjar momentos a dois depois do nascimento do seu primeiro filho, que vai cha­mar-se Sebastião. Por isso, foi com entusiasmo que aceitou o convite para passar um fim de semana em Tróia a namorar com o marido.
– Este fim de semana pode­rá ser o último a dois durante algum tempo. Dedicaram-se completamente um ao outro ou todas as conversas foram sobre o Sebastião?
Sofia Fernandes –
Foi ótimo para descansarmos um bocadinho da correria dos últimos tempos e usufruirmos de tempo de qua­lidade a dois. Os pais do Zé vieram há pouco tempo morar connosco, por isso temos andado a dividir tarefas: ele a assegurar toda a logística e a dar-lhes apoio e eu a tentar adiantar alguns preparativos para a chegada do bebé.
– E depois de ele nascer, vão continuar a tentar ter alguns momentos só a dois?
José Barbosa –
Nos primeiros tempos, estamos preparados para que a vida gire mais à volta do bebé, e queremos viver isso, por isso, ainda não estamos a pensar nas fugas a dois, que felizmente temos feito nos últimos quatro anos! Talvez daqui a uns seis meses a nossa resposta mude [risos]!
– Falta um mês e meio para serem pais. Estão preparados para as mudanças? Têm conver­sado sobre isso?
Sofia –
O Sebastião é um filho muito desejado por ambos. Provavelmente, no início estranharemos as mudanças, mas queríamos muito passar “à próxima fase”, a da construção da nossa pequena família, e sentir o amor e a responsabilidade de ter uma vida totalmente dependente de nós! Tentamos não planear demasiado as coisas, pois o Zé fica em stresse, logo, é melhor lidarmos com tudo com a maior naturalidade possível.
– Há algum tempo que falavam da vontade de ter um filho. Calculo que tenha sido muito desejado...
Por isso mesmo recebeu o nome de Sebastião... como o nosso rei com o cognome de “O Desejado” [risos]! Desde que nos casámos queríamos ser pais e confesso que houve alturas em que foi difícil lidar com a espera.
– Como estão a correr estes últimos meses? Já há alguma ansiedade em tê-lo nos braços?
Agora sinto-me mais grávida, pois canso-me mais facilmente e já não tenho a energia habitual. E tenho vontade que ele chegue depressa, para lhe tocar, para sentir finalmente que é real e que posso ficar descansada, que tudo correu bem!
– Já está tudo preparado para a chegada dele?
Felizmente que o assunto da criopreservação das células estaminais está tratado com a Bebévida, pois para nós era importante ter todas as ferramentas que possam garantir a saúde do Sebastião, mas ainda faltam muitos pormenores. Começámos agora a tratar do quarto, mas ainda faltam coisas importantes, como o carrinho. Confesso que quando entro em lojas de bebé fico meio baralhada e estou a tentar cingir-me ao essencial.
– Pretende gozar na íntegra a licença de maternidade?
Como pretendo amamen­tar, é importante gozar a licença de maternidade na íntegra e, felizmente, conto com o apoio da minha chefia na SIC, o que me deixou muito descansada.
– Já se sente mãe, ou, à semelhança de algumas mulheres, está a gerir aos poucos todos os sentimentos novos?
Acho que ainda só estou na fase de grávida... Sinto o peso da responsabilidade a crescer, mas só quando o tiver nos meus braços é que vai ‘cair a ficha’!
– José, nesta fase, as hormonas podem dominar uma mulher. Como tem lidado com isso?
O último ano foi cheio de mudanças a nível pessoal e profissional, com momentos imprevistos e outros inevitáveis. Todos os amigos me alertaram para as mudanças de humor e algum mau feitio provocados pela gravidez, pelo que procurei resolver as situações com bom senso, calma e paciência, e evitar discussões e conflitos por pequenos nadas.

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