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Tejo serve de moldura à entrega do ‘Nobel dos cuidados de visão’

Foi num agradável fim de tarde de verão, e com o Tejo salpicado por barcos à vela, que decorreu a entrega do mais importante prémio mundial na área dos cuidados de visão, e que foi presidida por Aníbal Cavaco Silva.

CARAS
27 de setembro de 2015, 12:00

No valor de um milhão de euros, o Prémio António Champalimaud de Visão é a mais importante distinção atribuída a nível mundial a investigadores nesta área da ciência, sendo considerado por muitos o “Nobel dos Cuidados de Visão”. Criado em 2007, três anos depois da morte do falecido empresário português, o prémio foi este ano atribuído a três instituições que se dedicam ao combate à cegueira em regiões pobres do Globo, o Kilimanjaro Centre for Community Ophthalmology (KCCO), a SEVA Foundation e a SEVA Canada, representadas por Paul Courtright, Jack Blanks e Penny Lyons.
A cerimónia de entrega realizou-se, uma vez mais, no belíssimo anfiteatro ao ar livre da fundação, situado mesmo à beira Tejo, e reuniu personalidades das mais diversas áreas da vida nacional e, naturalmente, a vasta descendência de António de Sommer Champalimaud, entre eles Maria Luísa Champalimaud, filha do industrial, que fez questão de frisar a importância deste legado deixado pelo seu pai: “Aqui fazem-se coisas que não se fazem em mais lado nenhum do mundo!”

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