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Sofia Sampaio: “Tenho a sorte de ter duas filhas bastante equilibradas”

A empresária,de 49 anos, revela que as filhas herdaram a veia artística do pai, Pedro Pinto-Coelho.

Cláudia Alegria
27 de setembro de 2015, 10:00

Apaixonada por viagens, Sofia Sampaio trazia sempre ma­térias-primas destinadas à irmã, Mafalda Sampaio, designer gráfica de formação. A criatividade de Mafalda e o espírito empreendedor de Sofia acabaram por dar início a um projeto fundado há 11 anos e ao qual as duas continuam a dedicar-se com o maior carinho: a Pedralua. Uma marca de acessórios em que a prata é a base à qual se juntam pedras preciosas montadas à mão, tornando cada peça uma joia única.
Ao lado das filhas, Carolina, de 13 anos, e Inês, de 11, a empresária, de 49 anos, recebeu a CARAS na casa para onde se mudou há dois anos, quando se separou do artista plástico Pedro Pinto-Coelho.
– Não é muito comum os casais separarem-se e ficarem a viver tão próximos...
Sofia Sampaio
– Pois, a minha casa fica no condomínio onde vive o Pedro. Organizámo-nos de maneira a facilitar a vida das nossas filhas e, nesse aspeto, acho que as coisas estão a correr bem. Elas estão todos os dias com o pai e com a mãe e temos a sorte de estarem bastante equilibradas.
– Sendo apaixonada por decoração, calculo que tenha assumido essa responsabilidade quando se mudou para esta casa...
– Claro. Gosto de coisas bonitas e acho importante sentir-me bem no sítio onde estou a viver.
– As suas filhas herdaram esse teu gosto? Revelam ter sentido estético?
– Acho que sim. A mais velha desenha lindamente, como o pai, e quer seguir as pisadas Pinto-Coelho, talvez mais na área do design. Agora está muito vo­cacionada para os desenhos aplicados a pranchas de surf – desporto que pratica com entu­siasmo – e está a pensar seguir um caminho profissional nessa área, embora ainda seja muito nova. A Inês gosta muito de música, há dois anos que tem aulas de canto no Conservatório e quer começar a ter aulas de dança.
– O jeito para o desenho foi herdado ou foi adquirido ao ver o pai trabalhar?
– Acho que é inato, nasceu com ela. Eu bem poderia ter aulas, que nunca chegaria ao nível da Carolina. Saiu ao pai e ao avô [o pintor e retratista Luís Pinto-Coelho].
– Foi mentora da Pedralua há 11 anos e o negócio parece continuar a ser um sucesso?
– Felizmente, sim. Tive que que me adaptar às novas rea­lidades e, este ano, além da linha de joias, algumas das quais criadas artesanalmente pela minha irmã, passámos a ter mais acessórios, como carteiras e lenços, e está a ser um grande sucesso. Temos duas lojas, uma na Comporta e outra no Estoril, e agora estamos a pensar expandir o negócio para fora de Portugal e também criar uma rede de franchising da marca no nosso país.

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