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Realizada com as suas escolhas, Cláudia Jacques admite: "Nunca desisti do amor"

Com a chegada dos dias quentes, a relações-públicas rumou ao Algarve para desfrutar de uns dias de descanso. À beira da piscina e em biquíni, o seu corpo escultural não passou despercebido.

Marta Mesquita
19 de setembro de 2015, 10:00

Aos 50 anos, Cláudia Jacques é uma mulher feliz com a vida que construiu. Segura de si própria, a relações-públicas sabe bem quais são as suas prioridades e assume que só faz aquilo que quer, tendo para isso aprendido a dizer muitas vezes ‘não’. Exemplo disso foi a sua recusa, sempre com uma atitude simpática e humilde, em falar sobre a aliança de ouro que usa na mão esquerda. Fechada em copas sobre a sua vida amorosa, a relações-públicas assegura que não precisa de ter alguém ao seu lado para ser feliz. Contudo, não esconde que considera que estar apaixonada é sempre “um acréscimo na nossa felicidade.”
De férias no Algarve, Cláudia conversou com a CARAS sobre a mulher que é hoje, revelando ainda os seus segredos para ter um corpo escultural.
– Nesta produção, a sua boa forma física sobressai de imediato. Faz muito desporto durante todo o ano ou intensifica os treinos quando o verão se aproxima?
Cláudia Jacques
– Tenho cuidados o ano inteiro. Quem só treina nas vésperas do verão não pode ter bons resultados, porque não tem tempo para isso. Cuidar do corpo faz parte do meu estilo de vida. Para manter a boa forma física tenho de fazer desporto e ‘fechar a boca’. Não me posso valer só da genética. Mas para mim fazer desporto e evitar alimentos demasiado calóricos não são sacrifícios. Já nem estou habituada a comer esse tipo de alimentos. O meu corpo é sagrado!
– É muito exigente com a sua imagem?
– Sim, sou muito exigente com a minha imagem e confesso que também sou exigente com a imagem das pessoas que estão à minha volta. Sou um general! [risos] Tenho muitos amigos que não comem certas coisas ao meu lado, porque sabem que vou fazer aquele olhar de repreensão...
– Mas essa atitude pode ser um bocadinho radical…
– Não me considero radical, até porque como muito, mas coisas saudáveis. Não passo fome!
– Mudando de assunto, outra coisa que sobressai é a aliança de ouro que está a usar na mão esquerda. Casou-se?
– [Risos] Esta aliança é um segredo que tenho… Para já, não vou falar sobre isso.
– Mas está apaixonada?
– Posso dizer que estou feliz, mas estou assim há muito tempo! A minha felicidade não depende de estar acompanhada. Estive muito tempo sozinha e percebi que ser feliz só depende de mim. Claro que quando temos alguém, podemos ficar mais felizes, é um acréscimo na nossa felicidade… Mas o essencial é vivermos bem connosco próprios. Aprendi com a idade que o importante é ter saúde, a família ao meu lado, um trabalho que me rea­lize e ganhar o suficiente para viver sem uma ambição desmesurada que me leve a querer sempre mais. Sinto-me plena com aquilo que tenho. Hoje, sei que comprar coisas não me satisfaz, vivo mais para dentro. Não tenho de provar nada a ninguém. Também aprendi a dizer não.
– Conquistou, portanto, uma grande liberdade…
– Sim, tenho uma grande liberdade. E confesso que até tenho um lado individualista. Não deixo que ninguém invada a minha vida. Quem estiver comigo tem de respeitar esta forma de estar.
– E aprendeu isso à custa das relações amorosas menos felizes?
– Também, mas nunca desisti do amor. É esse o sentimento que me move. Sou uma pessoa de afetos. E hoje nenhuma desilusão amorosa me consegue afetar como já aconteceu.

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