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Raquel Rocheta confidencia: "Gostava de me apaixonar"

A relações-públicas posou para a CARAS e mostrou estar em excelente forma física.

Marta Mesquita
19 de setembro de 2015, 16:00

Para Raquel Rocheta, que tem ascendência algarvia, verão é sinónimo de regresso a casa, para desfrutar da família e dos dias serenos passados nas praias que lhe recordam tempos felizes. Este ano, a responsável de comunicação teve mais um motivo para rumar ao sul do país, já que aceitou ser relações-públicas da discoteca Bliss, em Vilamoura, um desafio que lhe permitiu aliar trabalho e lazer.
Se as suas noites são passadas a trabalhar, os dias são totalmente dedicados à filha, Mariana, de 13 anos, que nasceu do seu casamento com Carlos Cruz. Apesar da filha estar a entrar na adolescência, Raquel assegura que continua a ter uma relação muito cúmplice e próxima com Mariana, a quem dá a liberdade e o espaço necessários para crescer. Solteira, a responsável de comunicação e relações-públicas admite que gostava de voltar a apaixonar-se, não fechando as portas a que um novo amor entre na sua vida.
Numa tarde passada na praia de Vilamoura, Raquel, que aos 41 anos está em excelente forma física, posou para a CARAS e revelou o que é fundamental para se sentir feliz.
– Para quem tem uma família algarvia, passar o verão no sul deve ser mesmo obrigatório…
Raquel Rocheta –
É um regresso muito feliz às minhas origens, à minha família, aos miminhos dos meus pais, aos meus velhos amigos e ao meu sítio favorito de férias, onde me sinto livre e em paz. Identifico-me muito com a forma de estar, com a humildade e a pureza das pessoas daqui.
– Aceitou ser relações-públicas da discoteca Bliss. Está a gostar deste novo desafio?
– Decidi aceitar este desafio porque além de conhecer o Bliss há anos, de gostar do espaço e do ambiente, achei que tinha muito para aprender num meio diferente do habitual. Ser do Algarve também é uma grande vantagem, porque assim os meus pais apoiam-me com a Mariana. Para além disso, ainda posso aproveitar as minhas praias preferidas. Gosto muito do estilo de vida simples que posso ter aqui. É algo de que tenho muitas saudades quando estou em Cascais.
– Este projeto termina no final de agosto. Já sabe como vai ser o seu futuro profissional?
– Neste momento não estou preocupada com isso. Estou a ponderar uma oportunidade para setembro que poderá ser interessante... Mas ainda está tudo em aberto. Aprendi a não fazer planos a médio e longo prazo, porque tudo muda de um momento para o outro. Por isso, vivo sem angústias. Agora tenho tempo para mim e para a minha filha e é isso que estou a aproveitar ao máximo.
– E no campo pessoal, também atravessa uma fase serena?
– A nível pessoal sinto-me mais calma e confiante. Tenho mais autoestima, sei o que valho e tenho coragem para me aventurar em novas situações. Não gosto de rotinas, nem gosto de ter um horário das nove às cinco. Adoro ser dona do meu tempo.
– O verão é uma altura propícia a paixões e amores. Está apaixonada ou tem vontade de se apaixonar?
– Não estou apaixonada, aliás, acho que me esqueci do que isso é! Mas gostava de me apaixonar, claro. As exigências é que são muitas...
– A Raquel tem vivido para a Mariana, que já é adolescente. Como descreve a vossa relação?
– Temos uma relação muito próxima. Hoje, a Mariana já exige o seu espaço, tendo as rotinas com o seu grupo de amigos, sítios onde vai quase diariamente, almoços, idas ao cinema, tudo aquilo que é normal nesta idade. Tento acompanhá-la, dando-lhe ao mesmo tempo autonomia para viver e aprender com as suas próprias experiências. Faço um esforço para confiar, até porque sei que a minha filha tem as bases certas. Não escondo que às vezes vacilo e procuro o apoio de amigos mais velhos para saber como agir. Mas, até agora, tenho tudo sob controlo. Fico feliz por a minha filha não ter qualquer problema a nível social, muito pelo contrário! Até peca pelo excesso de amigos e de festas...
– A Raquel está em excelente forma física. Qual é o segredo?
– Não considero que esteja em excelente forma física... Infelizmente, não sou fã de ginásios e adoro comer e beber o que não devo. Só faço dieta pontualmente. O que é essencial para mim são as massagens de drenagem.
– É muito exigente com a sua imagem ou a saúde é a grande razão pela qual quer estar em forma?
– Sim, sou um pouco exigente, até por questões de saúde. Não gosto de pessoas desleixadas, que passam o tempo a queixar-se, mas que são incapazes de fazer um esforço para se sentirem bem física e psicologicamente. Preocupo-me muito com a saúde, faço check-ups regularmente e estou atenta a todos os sinais. Não tenho medo de médicos, hospitais ou operações. Quanto à imagem, não sou fanática, mas sigo uma dieta equilibrada. Cometo algumas ‘loucuras’ uma vez por semana, bebo dois litros de água por dia e faço um tratamento semanal de lipólise com o Dr. Pedro Choy.
– Deixou recentemente de fumar. Está a ser difícil?
– Está a ser fácil, porque nunca fumei assim muito... Comecei por mudar para os cigarros eletrónicos e daí a deixar de fumar foi um pequeno passo. O que é mais difícil é o facto da comida se tornar muito mais saborosa e apetecível! A resistência, o hálito e a saúde da pele foram pontos que melhoraram claramente! É um bem-estar do qual não vou abdicar!
– Recentemente, surgiram na imprensa testemunhos que sustentam a inocência de Carlos Cruz. Como tem acompanhado estes desenvolvimentos e como tem gerido tudo isso em relação à Mariana, que já se apercebe de tudo o que se passa?
– Esses testemunhos já existem há alguns meses, mas, por incrível que pareça, a justiça que temos não permite que sejam ouvidos novamente. Nem tenho palavras… É vergonhoso, estúpido até! Mas passados 12 anos nisto, já nada me surpreende!

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