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Cuca Roseta feliz e serena no casamento: “Estive 32 anos à espera deste amor e desta família”

Recentemente casada com o preparador físico João Lapa, de 31 anos, Cuca Roseta, mãe de Lopo, de sete anos, fruto de um relacionamento anterior, garante que ter mais filhos faz parte dos seus planos.

Sofia Lourenço
5 de setembro de 2015, 12:00

Um filho, Lopo, de sete anos, uma carreira de sucesso e um casamento feliz. Com 33 anos, Cuca Roseta confessa que a única coisa que lhe falta é ter o marido, João Lapa, de 31 anos, sempre a seu lado. A fadista e o preparador físico casaram-se pelo civil no dia 19 de junho, no Estoril, mas rapidamente tiveram que se “separar”, já que João trabalha na Arábia Saudita.
Apesar da agenda cheia – tem mais de 30 concertos agendados até ao final do verão, no país e no estrangeiro – Cuca Roseta aproveitou um dia quente de verão em Oeiras para relaxar e conversar com a CARAS sobre a sua vida.
– Sempre em excelente forma física e com um bronzeado de fazer inveja a muitas mulheres. Qual é o segredo?
Cuca Roseta – É importante ter cuidados com a pele o ano inteiro, e eu tenho! Adoro ficar com aquele bronze dourado perfeito no verão, sinto-me muito sensual, mas gosto de o fazer de uma forma segura, e acho que os novos produtos solares da Vichy são perfeitos para isso.
– Esses cuidados com o corpo são uma tomada de consciên­cia da idade?
– Sempre tive muito cuidado com a forma física, mas com a pele tenho mais agora, sim. Acho que quando somos novas fazemos muitos disparates e não temos a noção de que a pele envelhece muito rapidamente e, mais do que um problema estético, podemos ter problemas graves de saúde.
– Esta não é a primeira vez que posa em biquíni... É uma mulher confiante?
– Eu sou muito natural, sempre me senti muito bem comigo e com o meu corpo e acho que nunca tive preconceitos... Sempre dancei, fiz ballet, e quando nos habituamos a ver o corpo como uma expressão de arte, torna-se tudo mais simples. Fiz sempre muito desporto, nunca tive dificuldade em alimentar-me bem, os meus pais são os dois médicos e ensinaram-nos desde sempre, a mim e aos meus irmãos, a comer bem. E isso é essencial, mais do que o exercício físico. Sei que é difícil mudarmos os nossos hábitos, mas, sinceramente, não sei o que é fazer sacrifícios na alimentação, porque sempre me habituei a ter muitos cuidados, a comer a comida com pouco sal, a evitar refrigerantes, esse tipo de coisas, acho que a minha única dificuldade é, por vezes, não ter grande imaginação para as refeições.
– Suponho que o seu marido também seja uma boa ajuda a esse nível...
– Sem dúvida. Aprendi muito com o João sobre nutrição e exercício físico, porque, no fundo, essa é a área dele. Ele cozinha muito bem, faz sempre uns pequenos-almoços ótimos, com as quantidades certas de tudo, por isso, quando ele está cá ainda me alimento melhor!
– Estão casados pelo civil há menos de dois meses, mas é público o seu desejo de se casar pela igreja...
– Nunca quis casar-me só pelo civil, porque sou católica. Para mim, uma relação amorosa tem de ser abençoada por Deus. A única razão porque nos casámos pelo civil foi para eu poder visitar o João na Arábia, porque ele vai lá ficar a viver mais um ano e eu não poderia visitá-lo sem ser casada com ele.
– Então, no fundo, não se sente inteiramente casada?
– Adoro estar casada com o João, que é o homem da minha vida, e sinto-me muito mais próxima dele por saber que já estamos casados pelo civil, mas nunca me vou sentir inteira se não me casar pela igreja, para mim não faz sentido o casamento sem ser abençoado por Deus. A nossa cerimónia no civil foi pequena, apenas com os pais e irmãos presentes, e fizemos isso de propósito, porque a verdadeira festa será quando nos casarmos pela igreja, rodeados pela família e os amigos.
– O casamento pela igreja já está marcado?
– Queremos fazê-lo mal o João volte da Arábia, daqui a cerca de um ano.
– E mesmo assim vai haver um pedido de casamento?
– O João gosta imenso de me fazer surpresas, ele diz que ainda não me pediu em casamento, por isso ainda vou receber um anel de noivado [risos]! Não faço ideia de quando é que isso vai acontecer, porque ele surpreende-me sempre imenso. Mesmo fora de datas es­peciais, faz surpresas de uma mulher ficar boquiaberta!
– Vejo que é um marido atento. É isso que vos mantém unidos mesmo estando longe?
– É difícil estarmos longe, mas temos de aceitar, e temos uma relação muito harmoniosa, muito pacífica, sem discussões. Temos os dois bom feitio e muita autoconfiança, o que faz com que dificilmente existam ciúmes, eu não desconfio dele nem ele de mim.
– A boa relação do João com o seu filho foi mais uma confir­mação de que encontrou o homem da sua vida?
– Naturalmente, está tudo ligado, a pessoa certa para mim tinha que ser alguém que o Lopo também iria escolher. Acredi­to que quando tem que ser, o universo conspira a favor. Eles dão-se maravilhosamente. Pela primeira vez corre tudo muito bem na minha vida!
– Gostava de ter mais filhos?
– Gostava muito de ter mais dois filhos, só não sei se vou poder. Apesar de ter uma missão, que é cantar, acho que nasci para ser mãe.
– Nesta fase feliz, falta-lhe alguma coisa?
– Só me falta ter o João ao meu lado! Estive 32 anos à es­pera deste amor e desta família. Claro que nunca nada é perfeito, mas ter encontrado a pessoa certa, ter o meu filho e poder cantar é uma alegria imensa.

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