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Separada, Lúcia Garcia quebra o silêncio: "Há pessoas que usam uma máscara, mas acaba por cair"

A manequim falou à CARAS do fim do seu casamento com Isaac Alfaiate, que, diz, a apanhou de surpresa.

Marta Mesquita
16 de agosto de 2015, 10:00

Foi através de uma mensagem por SMS que Lúcia Garcia, de 35 anos, soube que Isaac Alfaiate queria terminar o seu casamento de um ano e oito meses. “Surpreendida”, como admite, com a atitude daquele que ainda é seu marido, a manequim sentiu que lhe “tiraram o tapete”, o que a magoou profundamente. No meio deste turbilhão de sentimen­tos, a prioridade de Lúcia tem sido a filha, Matilde, de sete anos, nascida do seu primeiro casamento, com o também manequim Mário Franco, mas que era muito próxima do marido da mãe, pois era ainda bebé quando o conheceu.
Quanto aos motivos que ditaram o fim da sua relação de quase seis anos com Isaac, a manequim assegura que “são assuntos muito delicados”, que prefere manter em segredo para não invadir a privacidade de Isaac. A tentar recuperar o sorriso e a alegria, Lúcia tem privilegiado o tempo passado com a filha, com o irmão, Tiago, e com os amigos, entre eles o futebolista Bruno Aguiar, com quem nega ter qualquer relação amorosa.
Numa conversa franca, durante um fim de semana que passou no Algarve, a manequim contou à CARAS como está a viver esta fase em que se está a redescobrir enquanto mulher.
– Depois da separação, como se sente?
Lúcia Garcia
– Sinto-me muito serena. Estou a ser apoiada por todos os meus amigos. Não foi uma fase nada fácil para mim. Aliás, foi um período muito difícil, porque de um momento para o outro tiraram-me o tapete. Fiquei desamparada. Mas a vida continua. Aliás, com o fim do meu casamento, reaproximei-me do meu irmão, com quem já não falava há dez anos. Ele tem sido a pessoa que mais me tem apoiado e ajudado. Viu-me muito mal e levantou-me. Costumo dizer que Deus me tirou uma pessoa que se calhar não era a certa para a minha vida, mas voltou a dar-me o meu irmão. Nunca pensei que depois de tanto tempo sem nos falarmos ele se tornasse um pilar na minha vida. E as minhas amigas também não me têm largado.
– O Isaac enviou-lhe uma mensagem pelo telemóvel a informá-la que ia sair de casa. Foi mesmo surpreendida, ou já havia sinais de que algo se passava no vosso casamento?
– Fui mesmo surpreendida! E não foi fácil nem para mim nem para a Matilde. Fui apanhada desprevenida.
– E que motivos ditaram o fim da vossa relação?
– Não sei... Há muita coisa delicada no meio disto tudo. Não posso falar sobre isso, até para respeitar a privacidade da outra pessoa. Acreditei que o meu casamento ia durar para sempre, mas cheguei à conclusão de que mesmo que estejamos muito tempo com uma pessoa não a conhecemos verdadeiramente. Há pessoas que usam uma máscara, mas acaba por cair.
– O que é que tem a dizer dos rumores que surgiram sobre uma alegada homossexualidade do Isaac...
– Não faço qualquer tipo de comentário sobre esse assunto.
– Uma reconciliação está fora de questão?
– Sim, completamente! São assuntos muito delicados e são os advogados que estão a tratar do nosso divórcio. Estão várias coisas pendentes que estão a ser tratadas legalmente.
– E sente alguma culpa, algum arrependimento?
– Não me sinto arrependida de nada. Mesmo depois deste desfecho, acho que faria tudo novamente. Cresci muito com o fim do meu casamento. Estou a tentar não ficar fria e recuperar um bocadinho a personalidade que tinha antes.
– Sente que esta relação mudou a sua personalidade?
– Sinto que estive presa. Fiquei privada de ser eu própria. Percebi que não podemos mudar para fazer alguém feliz. Neste momento, estou a recuperar a minha boa disposição. Estou bem sozinha.
– Foram publicadas notícias sobre um possível romance entre si e o futebolista Bruno Aguiar. Estão mesmo a começar uma relação?
– O Bruno e eu fazemos parte do mesmo grupo de amigos, mas é só isso. É uma pessoa que conheci e temos saído em grupo. Cheguei a uma fase da minha vida em que já não acredito muito no amor. Há coisas que nos acontecem e que nos marcam muito... Mas, enfim, não sei o dia de amanhã. Agora quero é estar com pessoas com boa energia, que me puxem para cima.
– No meio da sua separação também está a Matilde, que era muito agarrada ao Isaac. Vai conti­nuar a estimular uma relação entre os dois?
– Não faz sentido estimular a relação do Isaac com a Matilde. Só posso dizer que “quem meus filhos beija minha boca adoça”, e quando isso não acontece não há nada a fazer. De repente, a Matilde perdeu uma ligação que era muito especial. Tenho sido uma mãe mais permissiva, porque sei que ela atravessou uma fase muito difícil. É muito complicado para mim falar do comportamento do Isaac para com a Matilde...

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