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Daniela Ruah admite: “Queremos ter mais filhos”

Em terras lusas, durante umas férias no final de junho, a atriz divertiu-se com o filho, River Isaac, de ano e meio, e celebrou um ano de casamento com David Paul Olsen. 

Marta Mesquita
2 de agosto de 2015, 12:00

Apesar de já ser uma estrela da televisão norte-americana, com milhares de fãs em todo o mundo, Daniela Ruah, de 31 anos, não se deixa deslumbrar pelo sucesso ou pela fama. Nem os seus sonhos passam, tão-pouco, por brilhar nas mais importantes red carpets do mundo. À semelhança de muitas mulheres, anónimas ou conhecidas, a atriz tem como grande objetivo de vida construir uma família feliz. Ao lado do marido, David Paul Olsen, e do filho, River Isaac, de um ano e meio, Daniela Ruah tornou-se uma nova mulher, com outros sonhos e prioridades. E foi precisamente sobre as mudanças que a família trouxe à sua vida que conversámos com a atriz, que aproveitou uma pausa nas gravações da série Investigação Criminal – Los Angeles para passar um mês de férias em Portugal.
– Regressar a Portugal deve ser sempre uma ocasião feliz...
Daniela Ruah
– Claro que sim! Gosto sempre de regressar a Portugal e custa-me voltar a partir. Por algum motivo, desta vez vai custar-me mais... Não sei se é pelo River já ser mais velho e estar a gozar um pouco mais o nosso país. Houve qualquer coisa que mudou desta vez... Vai-me custar muito ir-me embora.
– É importante para si que o River tenha um contacto próximo com a nossa cultura?
– Sem dúvida! O único contacto que ele tem com a cultura portuguesa é através de mim. O dia-a-dia dele já está muito americanizado. Ele fala a nossa língua e tento ir fazendo um ou outro prato português. E fala com os meus pais todos os dias pelo FaceTime ou pelo Skype. Quero que ele tenha contacto com a nossa cultura, que é muito animada e expressiva. E estando cá apanha muito mais depressa o português.
– Além da língua, o que é que o River já apreende da cultura portuguesa?
– Acho que o que ele reconhece mais é mesmo a nossa comida. Adora comer bacalhau e filetes com arroz de tomate! Ele adora os nossos sabores com alho e azeite.
– Pondera vir passar uma temporada mais longa? Gostava de voltar a trabalhar cá?
– A série [Investigação Criminal – Los Angeles] já está garantida por mais um ano. Mas se houvesse a necessidade de voltar para Portugal por não haver tanto trabalho nos Estados Unidos, claro que voltaria. Não teria problema nenhum em voltar a trabalhar em Portugal. Aliás, fui visitar a Vera Kolodzig, a Maya Booth e a Teresa Tavares nas gra­vações dos Jardins Proibidos e adorei! É tão giro ver a diferença e o quanto as coisas mudaram desde que me fui embora.
– Participa na mesma série há seis anos. O que continua a motivá-la neste projeto?
– Numa série somos personagens que amadurecem e aprendem com os erros e eu gosto disso. Em televisão a história da personagem muda de temporada para temporada. Há o elemento da imprevisibilidade, tal como na vida real. No cinema sabemos o princípio, o meio e o fim da história porque está no guião.
– E não quer dar o salto para o cinema?
– Gostava de fazer cinema, mas entretanto criei a minha própria família. Gosto muito da estabilidade geográfica e financeira que a televisão me dá. Ou seja, não tenho problema nenhum em fazer mais televisão. Claro que fazer cinema seria uma experiência de vida diferente, mas os meus objetivos mudaram, porque agora tenho família.
– A família mudou a sua vida. Mudou-a também a si enquanto mulher?
– Tem sido um ano e meio de aprendizagem. Com o nascimento do meu filho tornei-me uma pessoa mais paciente. Ser mãe trouxe-me um grande amadurecimento. Agora tenho outros motivos para querer as coisas. A felicidade do meu filho e do meu marido são a minha prioridade. Só me aventuro em algo se eles estiverem comigo. Já nada faz sentido sozinha, não me apetece fazer coisas sem eles.
– Festejou há dias o seu primeiro aniver­sário de casamento. Sente que a vossa vida mudou por se terem casado?
– Não. [risos] Foi a oficialização da relação. Quando nos casámos já estávamos juntos há três anos e pouco. E esse tempo ensinou-nos a perceber o que poderíamos esperar um do outro. Mas confesso que gosto muito de tratar o Dave por “meu marido” e ouvir “a minha mulher”.
– Ter mais filhos está nos vossos planos?
– Sim, queremos ter mais filhos.

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