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Raquel Strada: “Acho que vou chorar muito no casamento”

Faltam poucos dias para a apresentadora se casar com Joaquim Fernandes. “Completamente zen”, garante, Raquel contou-nos como vai ser o seu vestido de noiva, a festa e a lua-de-mel, enquanto experimentava vernizes da linha noivas da Essie.

Inês Neves
2 de julho de 2015, 10:25

A poucos dias do seu casamento, Raquel Strada revelou-nos alguns pormenores sobre o grande dia. A apresentadora não cabe em si de tão contente que está, mas assegura que não se tornou uma daquelas noivas insuportáveis que só vivem e respiram casamento. “Estou completamente zen. Estou só um bocadinho mais nervosa pela carga emocional em si, acho que vou chorar muito. Sentir um amor tão forte por outra pessoa e estar tão contente por ir partilhar isso arrepia-me”, assume. No fundo, Raquel e Joaquim Fernandes só querem fazer uma festa bonita para partilhar o amor que sentem um pelo outro com as pessoas de quem mais gostam. No entanto, a apresentadora garante que vai surpreender todos, no vestido e na festa...
– Faltam poucos dias para o grande dia. Conte-nos como vai ser o vestido de noiva.
– Experimentei vários com as minhas amigas, depois fui a Barcelona com a minha mãe e a mãe do Joaquim e vi vestidos lindos de morrer, mas percebi que queria uma coisa mais simples, que tivesse mais a ver comigo, que me desse mobilidade e fosse confortável. Queria algo mais cosmopolita e fiquei maravilhada com aqueles vestidos estilo boho chic, só que na realidade, quando os vesti, achei que não se identi­ficavam muito comigo e para aquilo que queria para o meu dia. Então, acabei por escolher uma coisa mais clássica e simples, e nada daquilo que tinha imaginado ou que estaria à espera de gostar.
– Vai ser uma noiva mais clássica, portanto?
– Nem por isso. Vou cortar um bocadinho com este meu ar angelical que as pessoas acham que tenho e estou a pensar, por exemplo, pintar os lábios com uma cor mais marcante, coisa que se calhar não é tão comum numa noiva. Penteados típicos de noiva também não vou usar, provavelmente levarei o cabelo solto e mais curto ou então apanhado muito prático e simples, tipo rabo de cavalo. E em relação ao verniz, hoje vim aqui experimentar as novas cores da coleção noivas da Essie, que adorei, mas acho que também vou arriscar aí, fugir destes tons clarinhos
– E como vai ser a festa?
– Decidimos casar-nos, acima de tudo, porque gostávamos de fazer uma festa bonita para partilhar o nosso amor com as pessoas de quem mais gostamos, mas nós não nos identificamos muito com o ritual do casamento em si. Claro que queria vestir um vestido de noiva e fazer uma festa bonita, mas à minha maneira. Por isso, não vai ser numa quinta tradicional, vamos fazer a festa dentro de um hotel, no norte do país, onde vamos todos passar o fim de semana.
– Vai ser tipo casamento cigano, com três dias de festa?
– Sim, festa de sexta a domingo. Todas as minhas amigas que já se casaram me dizem que é efetivamente um dia muito bonito, mas que se leva muito tempo a prepará-lo e depois passa a correr. E uma das coisas que tinha sonhado em relação ao meu casamento é que fosse uma espécie de fim de semana com amigos, umas mini férias em que vamos todos juntos, acordamos todos no mesmo sítio, almoçamos juntos, depois vamos à piscina ou à praia, voltamos e vamos jantar... ou seja, queria que fosse uma coisa mais contínua e que as pessoas vivessem o casamento de forma mais tranquila, que não andassem a correr. Queria que vivessem este dia com mais intensidade como nós, noivos, o vamos viver.
– Porquê casar-se no norte?
– A minha família é muito mais pequena do que a do Joaquim e seria chato estar a deslocar pessoas com mais idade para Lisboa. Como os meus amigos estão em boa idade de se mexerem e de se meterem no comboio... eles adoraram a ideia de passar o fim de semana fora. A minha mãe também achou a ideia maravilhosa.
– É daquelas noivas que só pensam e falam no casamento?
– Nada. Estou completamente zen. Estou só um bocadinho nervosa e ansiosa, mas mais pelo momento em si e não pelas questões logísticas, não sou nada preo­cupada com decorações e afins. Também tenho a ajuda de um wedding planer e da mãe do meu namorado. Estou mais nervosa pela carga emocional em si, acho que vou chorar muito e eu nem sou muito des­sas coisas, até sou uma rapariga forte, mas isto... sentir um amor tão forte por outra pessoa e estar tão contente por ir parti­lhar isso arrepia-me.
– Trouxe o anel de noivado hoje, mas não tem o hábito de o usar. Será que vai usar a aliança?
– Acho que sim, vou tentar habituar-me. Não sou de usar muito acessórios, acabo por usar o anel de noivado em ocasiões mais especiais. Mas guardo-o numa caixinha que ‘dorme’ ao pé de mim.
– Onde será a lua-de-mel?
– Vamos para a Costa Amal­fi­tana, achei que Positano e Capri eram locais românticos para desfrutar de uns dias a dois depois do casamento, dado que não tenho muitos dias de férias, pois tenho de gravar os diários do Ídolos.
– Já pensa em ter filhos?
– Não, confesso que não te­nho, de todo, o relógio biológico a dar horas. Eu e o Joaquim temos muitas coisas para fazer, estamos numa boa fase profissional, cheios de proje­tos... Quero aproveitar o meu casa­mento e a boa fase profissional.

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